sexta-feira, janeiro 16, 2015
CONVÍVIO FAMILIAR VS NOVAS TECNOLOGIAS
quinta-feira, janeiro 15, 2015
PRESIDENCIAIS: MARCELO OU SANTANA
Um dossier a seguir...
PROIBIÇÃO DE AUTOMÓVEIS ANTIGOS CENTRO LISBOA
quarta-feira, janeiro 14, 2015
NERVOSO NAS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES
DESCONGELAMENTO REFORMAS - ATÉ QUE ENFIM
Mais pormenores:
http://economico.sapo.pt/noticias/descongelamento-parcial-das-reformas-antecipadas-produz-efeitos-a-1-de-janeiro_209876.html
A FORMALIDADE DO PRÓXIMO CONSELHO DE ESTADO
O Presidente da República convocará o Conselho de Estado para analisar a saída de Alberto João Jardim. Pouco ou nada estará sobre a mesa. A saída é irrevogável e as eleições regionais são inevitáveis.
Correrá tinta e haverá mais um facto político e noticioso, à medida do nosso país!
O que espero é que saia deste Conselho de Estado um justo reconhecimento pelo trabalho e obra de Alberto João Jardim, isso sim.
segunda-feira, janeiro 12, 2015
RONALDO IS THE WINNER 2014
Messi vai receber 15,76% e Neuer 15,72%
DISCURSO XV CONGRESSO DO PSD-MADEIRA
Terminado que está um ciclo político de vitórias e de resultados, altamente vantajosos no desenvolvimento da Madeira, construído por muitos homens e mulheres sociais-democratas, é também tempo de dizer Obrigado. Um Obrigado particular ao Dr.Alberto Joao Jardim por ter sido o rosto desta grande transformação e das oportunidades para Todos.
Estou ciente da marca que Todos nós deixamos neste processo. A alegria, a mobilização e o orgulho em pertencer a um projeto político perdurarão para sempre como experiência mas também como lição de vida.
Não há militantes de primeira e militantes de segunda, aqui somos todos iguais.
A história política deve também servir para olhar para o futuro.
Reafirmo a importância de colocar no centro das decisões as estruturas e os militantes. Não se pode decidir unilateralmente e em grupos fechados e quando corre bem serem donos do saber e da estratégia, e quando corre mal se pretender encontrar supostos responsáveis, muitos até alheios aos resultados eleitorais.
O efeito eucalipto é demasiado nocivo para o partido.
O papel do militante deve também ser elevado. Há direitos mas há também deveres.
O cartão laranja não pode servir única e exclusivamente para quando se exerce funções, quando se quer premiar ou castigar este ou aquele militante, eleger este ou aquele candidato. O cartão laranja exige também a obrigação e a responsabilidade de ser ativo permanentemente, mesmo quando não fazemos parte das escolhas, mesmo quando as orientações não são do nosso agrado.
• Ganhar as eleições regionais com maioria absoluta.
• Sermos protagonistas da credibilização da atividade política e dos atores políticos.
• Colocar no centro do debate as políticas de apoio à família, em particular aquelas que fomentem a natalidade e a fixação das populações.
• Alavancar a economia como a verdadeira política social e de criação de emprego;
• Defesa intransigente da continuidade territorial.
• Reconhecimento de que desenvolver a Madeira é desenvolver Portugal no Atlântico, e de que não existem portugueses despesistas, dependentes de outros portugueses.
Estamos a pouco tempo das eleições regionais e a atitude deve ser construir, deve ser contribuir para que a alternativa seja clara. Resta-nos respeitar quem ganha, respeitar quem tenha maioria e ajudar a ganhar as eleições pela Madeira.
Viva a social-democracia!
Viva sempre, sempre a Madeira!
Tenho dito!
sábado, setembro 20, 2014
Já leu a grande entrevista de Hoje?
quinta-feira, setembro 18, 2014
terça-feira, agosto 26, 2014
MANUEL ANTÓNIO OUVE SOCIEDADE
A recolha de contributos poderá ser feita através das seguintes plataformas:
quinta-feira, junho 12, 2014
Manuel António com página no Facebook
domingo, abril 13, 2014
domingo, janeiro 26, 2014
sábado, janeiro 25, 2014
Questões ao PSD Madeira
Num tempo em que o clima interno do PSD-Madeira ganha proporções mediáticas, muito por via das agitações em torno da sucessão do atual Presidente da Comissão Política Regional, com diretas agendadas para 19 de Dezembro, e porque o Partido Social Democrata da Madeira sempre se pautou pela união em torno das questões estruturais e no enfoque nos seus objetivos - o progresso e desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira - importa que os militantes do PSD examinem sobre o que querem para o seu partido e que postura deverá ser a mais adequada, perante um tempo que exige clarificação, moderação e, em particular, enfoque na governação, nos projetos e ideias para a Madeira.
Porque a consciência crítica é coisa que não falta aos militantes do PSD Madeira, ao contrário do que se diz, e porque para muitos os assuntos devem ser analisados com a maior frontalidade e sinceridade, deixo aqui algumas questões que muito têm contribuído para a minha reflexão sobre o partido:
1. Quererá o PSD Madeira e seus principais dirigentes que agentes externos, em particular a comunicação social, marquem a agenda, o compasso e o caminho do partido?
2. Será viável que o PSD permaneça, ad aeternum, em clima de congresso?
3. Deverá ou não ser desígnio de um militante a participação ativa em todos os momentos do partido ou essa incumbência apenas se resume aos congressos eletivos?
4. Deverá ou não ser dever de todos os militantes do PSD o empenho para assegurar vitórias eleitorais?
5. Nos momentos sensíveis, em particular, em contextos eleitorais deverão todos os militantes estar empenhados nos objetivos e programas do partido ou, por sua vez, alinharão nas lutas e nos objetivos da oposição?
6. Será ou não conciliável respeitar o passado do partido e ao mesmo tempo delinear um novo programa e uma nova estratégia para o futuro do PSD e da Região?
7. As influências mediáticas negativas que têm condicionado a vida interna do partido não deverão servir para concluir que no PSD existem mais pontos que unem do que aqueles que dividem os seus militantes?
O juízo cabe a cada qual, mas o intento é que estas questões possam contribuir para uma mudança de atitude. O que se pretende é uma profunda e responsável reflexão. O exercício da liberdade de pensamento e de expressão deverão ser mote para responder a cada uma das questões, cientes dos direitos e dos deveres enquanto militantes, mas, sobretudo, com sentido de partido.
A lógica da união partidária, dentro da diversidade, é da mais elementar importância para a vida democrática porque, além de fortalecer internamente o partido, encontram-se soluções mais adequadas para as inquietações das populações.
Num partido de causas outro compromisso não será esperado. A atitude e a postura política deverão sempre servir para elevar o mais importante: o trajeto, a história, em nome do futuro!
domingo, dezembro 01, 2013
XIXª Semana Cultural da Ilha
A Semana Cultural é o evento mais ambicioso da Casa Povo Ilha, mas é também aquela que melhores resultados produz. Após 10 edições da Semana Cultural continuo a aprender, a errar e a tirar elações. O que mais me marca é a adesão, o entusiasmo, o brilho nos olhos das pessoas e o empenho de muitos em querer fazer a Semana cultural Maior. Obrigado àqueles que, ano após ano, marcam presença os quais designo de “Comunidade da Semana Cultural da Ilha”.
Sob o tema de fundo “Etnografia, Turismo e Inovação” estou certo que a Semana contribuiu para lançar ideias para o futuro e para valorizar o território. Estou certo que o nosso povo é a nossa marca. Há um povo – solidário, rico nas tradições, genuíno que sabe fazer e sabe receber. Há uma MARCA – distinta, apelativa e com potencial.
Termino com uma frase de Charlie Chaplin "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
segunda-feira, setembro 30, 2013
Autárquicas 2013 - Desfecho para um novo alento
Sempre foi habituado a lutar e suar por cada conquista, de cair e levantar, sem ofertas de mão beijada. Assim fui e assim continuará a ser. Ontem já passou, hoje é um novo dia, um novo começo. Cada novo segundo e minuto serão talhados por aquilo que lutarmos e suarmos.Seria uma cobardia dizer, que mesmo não estando diretamente implicado, os resultados eleitorais não me abalaram, antes pelo contrário e por vários motivos. Sentir-se implicado é também um dever do companheirismo e da lealdade que afinamos para com uma causa. Embebo os dissabores das derrotas e as alegrias das vitórias. O futuro é possível, está na minha, na tua, nas nossas mãos. Bom dia, à luta combater o bom combate!
domingo, setembro 08, 2013
Não bastará votar...
No próximo dia 29 de setembro os Portugueses, em geral, e Madeirenses, em particular, serão chamados a escolher o futuro das suas freguesias e concelhos. A decisão que está em causa vai para além de uma simples escolha de pessoas e de protagonistas, e incide, principalmente, nas expectativas de cada munícipe para a gestão autárquica num período de restrições financeiras, mas também na escolha de respostas adequadas para atenuar dificuldades, em particular, as sociais.
Se, por um lado, parece difícil esta escolha, por existirem diversas candidaturas e programas distintos, por outro, existem fatores e princípios que tornam simples essa mesma escolha. Senão vejamos:
Verdade
Todos os cidadãos são livres de se apresentarem como candidatos aos órgãos autárquicos, mesmo que movidos por interesses que nada têm que ver com a gestão de uma Junta de Freguesia ou de uma Câmara Municipal. Por via desse recurso livre, no momento quente das campanhas, há quem, pela obsessiva caça ao voto, prometa o “céu na terra”, mesmo fora do âmbito dos poderes autárquicos.
O que é passível de se apresentar aos eleitores, nesta campanha, e em abono da verdade em todas as campanhas eleitorais, são programas exequíveis e medidas que correspondam aos anseios mais prementes das populações porque cabe ao poder local, enquanto instância mais próxima dos cidadãos, focalizar a sua intervenção nas micropolíticas, aliás a exemplo do que tem sido, em geral, a prática autárquica na Região.
Quem promete pela demagogia está a ser hipócrita e está a enganar o Povo!
Competência
As regras e as limitações que afunilam a gestão das autarquias exigem dos autarcas competências políticas e técnicas e, em particular, de experiência na gestão da res pública. O tempo que se avizinha não está para amadorismos ou para experiências, sob pena de se estagnar o desenvolvimento local. Se na teoria todos podem aceder ao exercício de um mandato autárquico, na prática, após o combate eleitoral será tempo de colocar ao serviço dos territórios e das suas populações os programas e as medidas concretas.
Se não forem escolhidos os melhores autarcas dificilmente as respostas às populações serão as mais adequadas.
Estabilidade política
É de conhecimento geral que um dos fatores determinantes do desenvolvimento regional, em particular dos últimos 30 anos, deveu-se à afinação política nos vários níveis de poder na Madeira. Não seria possível a “revolução tranquila” se os poderes regionais e locais andassem de costas voltadas e as disputas de lugares e as conquistas político-partidárias estivessem em primeiro lugar. Este deve ser o alicerce da ação política nos próximos anos, não pela lógica da hegemonia partidária, mas porque, mais que nunca, a complementaridade dos poderes será determinante num momento conturbado e indefinido como o que se vive atualmente.
O que está em causa nas próximas eleições é a governação das Câmaras e Juntas e não as anunciadas disputas entre as autarquias e o Governo Regional, profanadas por alguns movimentos e partidos.
Governabilidade
A lei eleitoral para as autarquias locais rege-se por princípios que não asseguram a estabilidade governativa nas Câmaras Municipais. O método de conversão de votos em mandatos possibilita que o partido mais votado fique refém dos acordos com os outros partidos da oposição para implementar o programa e as políticas municipais. Os exemplos conhecidos são negativos, os impasses da instabilidade governativa dessas Câmaras prejudicaram sobretudo os Concelhos e as suas populações.
Importa também prospectivar sobre o hipotético cenário da gestão e estabilidade autárquica se o povo der a maioria a certas coligações que juntam ideologias e formas de atuação política distintas ou até mesmo radicais. Será que esses entendimentos perdurarão depois das eleições? Não se mantendo como ficará entregue o futuro desses municípios?
Queremos Câmaras ativas a trabalhar para a melhoria das condições de vida das pessoas do Concelho ou preferiremos constantes bloqueios originados pela falta de consensos políticos, que em nada ajudam o desenvolvimento local?
A 29 de setembro não bastará ficar em casa, e esperar que alguém decida por nós. No dia 29 de setembro não bastará assinalar uma cruz num papel com muitas possibilidades. Dia 29 é dia de escolher o melhor para a nossa freguesia e para o nosso concelho. Dia 29 de setembro não bastará votar. Este será o dia de escolher pela verdade, pela competência, pela estabilidade política e pela governabilidade nas autarquias da Madeira.
quinta-feira, junho 13, 2013
Beta talk chega ao Funchal
É um evento descontraído que acontece todos os dias 16 de cada mês, e que junta 2 oradores empreendedores, que durante 20 minutos partilham as suas experiências, vitórias,dificuldades e desafios!
No final da intervenção há um momento de perguntas e respostas, sempre num registo descontraído. Todos os participantes estão também convidados a fazer um “picht corner”, para exporem as suas ideias e novos projectos.
Apareçam, estão todos convidados!
http://beta-talk-junho.eventbrite.com/
domingo, maio 26, 2013
A do vizinho é sempre melhor
O estado de negação mas também de subjugação ao “vizinho” retrata-se bem na postura dos nossos governantes nacionais, tendo como exemplo flagrante a atitude de subserviência demonstrada na passada quarta-feira, pelo Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, deslocando-se à Alemanha para explicar a situação financeira de Portugal ao seu par do governo alemão. Depois admirem-se que Vítor Gaspar seja apelidado o ministro das finanças mais alemão de Portugal.
Já não bastava a postura passiva e de inércia perante os ditames à troika, através da adoção da austeridade como único caminho possível para a suposta salvação nacional, agora aprofunda-se a dependência e incapacidade com esta prostração perante certos governantes europeus que nada mais querem do que a austeridade e a dependência dos outros estados, desta aparente “união” Europeia. Para espelhar este pensamento é bom recordar, que ainda bem recentemente, no passado dia 8 de Abril, o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, o mesmo a quem Gaspar foi prestar contas, exigiu mais austeridade afirmando que "depois da decisão do Tribunal Constitucional Portugal tem agora de tomar novas medidas".
A atitude do governo da República revela vassalagem, imaturidade mas também passa um atestado de incompetência aos quadros do País que parecem ser incapazes de encontrar e delinear a estratégia para o Hoje e o Amanhã da nação. É preciso clareza e verticalidade nas posturas, porque quem se parece coerente em relação aos compromissos assumidos contradiz-se com estes exemplos, fazendo crer que não acreditam no país e, quiçá, até na sua própria competência.
Das duas uma, ou assumem, de uma vez por todas, que os portugueses são incapazes e que os quadros de fora são melhores, ou então é hora de apostar nos seus pares para pensar e agir. Seguramente a solução passa pela segunda hipótese, porque, por mais que apreciemos o que é alheio, agir por Portugal deverá ser responsabilidade do seu povo que sente, que vive e que sonha. A fórmula para que não se deixe esmorecer a chama da esperança reside na força e na união dos portugueses, para converter as dificuldades em oportunidades, ao invés de assumir, em cegueira, aquilo que lhe é imposto.
Quem nos momentos difíceis não tiver a humildade de reconhecer o erro, e até mesmo de honrar os sacrifícios que já foram suportados, não estará à altura dos desígnios que, hoje, se levantam. Se assim não for refuta-se um dos mais célebres pensamentos de Fernando Pessoa "tudo vale a pena se a alma não for pequena", porque nada valerá a alma de um povo se lhe for sequestrada a esperança de fazer acontecer. Pior do que falhar é persistir em procurar a solução junto de desinteressados e alheios à realidade.
http://impresso.jornaldamadeira.pt/noticia.php?Seccao=12&id=245853&sup=0&sdata=2013-05-26
segunda-feira, abril 22, 2013
Atrofio constitucional
É ponto assente que o sistema político português está ultrapassado. Na atual conjuntura económica, financeira e social, o ortodoxo normativo constitucional inviabiliza a superação dos desafios que se colocam ao país.
Se, por um lado, a Constituição parece assegurar os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos portugueses, por outro, tende a ser bloqueio às importantes mudanças que precisam de ser feitas para garantir a sustentabilidade e o crescimento nacional.
Os recentes episódios em torno do plano de resgate a Portugal evidenciam que o caminho que percorremos, à luz da atual Constituição, tende para a destruição do Estado português. Destruição, porque o texto constitucional é um obstáculo ao cumprimento dos objetivos da troika, que erradamente este governo da República insiste em cumprir, mas também porque não assegura uma via alternativa, nomeadamente para o relançamento da economia portuguesa. Portugal está num beco sem saída e refém do situacionismo.
Há quem despreze a necessidade da revisão da Constituição, inclusive figuras de Estado e partidos políticos de alternância do poder, no entanto, apesar da aversão à sua adequação aos novos tempos, são, a todo o momento, sequestrados pela incapacidade de dar a volta às dificuldades.
O exemplo mais flagrante respeita à declaração de inconstitucionalidade das normas do orçamento de Estado de 2012 e de 2013. Se, por um lado, a bandeira da inconstitucionalidade, embora que ilusória, tende a ser tábua de salvação dos portugueses pelas medidas de austeridade que têm vindo a ser impostas, por outro, tem gerado mais sacrifícios e medidas inconsequentes, do ponto de vista do esforço das famílias e empresas para que se cumpra o plano de resgate. De uma forma sôfrega, os portugueses, têm se esforçado para levar o país adiante, mas, apesar dos sacrifícios, Portugal continua distante das metas propostas.
Cabe aos cidadãos portugueses decidirem sobre o rumo que o país deve trilhar. Se não queremos este quadro de eminente calamidade social, salvaguardada pela Constituição, então temos de apresentar uma alternativa para que a economia portuguesa cresça, o que não é permitido atualmente.
Se falharmos agora comprometeremos a esperança de um país próspero, a não ser que queiramos que, ao invés de um Estado Democrático, fiquemos reféns de uma Constituição e de um tribunal constitucional, que age como e quando quer. Se assim for que governe o tribunal constitucional, pois nenhuma força política terá capacidade, com este normativo, de endireitar as finanças públicas e relançar Portugal.
Publicado no Jornal da Madeira
http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=243155&sdata=2013-04-22
segunda-feira, março 18, 2013
Legitimidades - Artigo JM
O tom político em torno dos documentos em apreço versaram, essencialmente, sobre a legitimidade política dos governantes e dos partidos políticos representados no parlamento regional. A troca de argumentos, emanados da discussão das moções, merecem uma analise séria e um esclarecimento à população, sob pena de se criarem ideias erradas sobre as causas da presente situação que se vive na Madeira.
O partido socialista, por exemplo, apresentou uma moção de censura "hipócrita" porque branqueia as responsabilidades do seu partido na presente conjuntura económico-financeira, que incidiu primeiramente com a Lei das Finanças Regionais de 2007, altamente penalizadora para a Madeira, e depois com a inexplicável desistência do Governo Socialista nas negociações do Centro Internacional de Negócios da Madeira, lesando severamente a Região e o país.
Por seu turno, o PTP, que não passa de um partido que vive obstinado pela subversão política na Madeira e que aproveita qualquer oportunidade para fazer "chincana" política, também apresentou uma moção de censura. Para este caso, nada melhor lembrar que a política deve ser uma actividade séria e que o povo espera respostas e soluções para os seus problemas, ao contrário dos engenhos do PTP que apenas têm o intuito de garantir espaço nos media e de criar instabilidade.
Porque os desafios são exigentes, e porque não se pode viver de insinuações e de incertezas, em boa hora, o Governo Regional apresentou uma moção de confiança, contribuindo também para clarificar o presente momento. O voto de confiança, que mereceu da Assembleia, se no dia da sua apresentação fez sentido, sai ainda mais reforçado após os bons resultados da recente avaliação do plano de ajustamento económico e financeiro pela troika, que relevou o esforço notável do Governo Regional em cumprir os objectivos e metas do plano.
Face ao exposto, não será necessário discorrer mais sobre a legitimidade deste Governo porque é no trabalho e nos resultados que se afere a competência e a capacidades de quem nos governa, mesmo com medidas externas, impostas e injustas.
http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=240381&sdata=2013-03-18
domingo, março 10, 2013
Emissários - Artigo de opinião no JM
Segundo o dicionário da língua portuguesa um emissário é “aquele que é enviado para cumprir uma missão, mensageiro.” Supõe-se que esses enviados, com propósitos concretos, empenham as suas melhores qualidades a rogo da transmissão do conteúdo ao seu público-alvo.
Há emissários de tudo e mais alguma coisa: os que se acham superiores, outros obcecados por objetivos pessoais, mas também aqueles que, reféns das suas fragilidades e frustrações, tendem a aproveitar qualquer oportunidade para fazer insinuações e tecer juízos de valor.
As insinuações, os comentários anónimos ou até mesmo a opiniões falsas são cada vez mais habituais, daí ser crucial, da parte de quem as receciona, fazer uma filtragem pelo teor, caráter e razoabilidade desses conteúdos. É sempre importante dar o benefício da dúvida, sob pena de serem criados quadros imaginativos, injustos e difamatórios sobre pessoas, instituições e coisas.
O que se pode concluir é que esses emissários nada melhor fazem do que desmoronar os princípios democráticos porque não sabem lidar com pensamentos diferentes e sobretudo com o pensamento livre. Sim, porque o pensamento livre não é apenas daqueles que enfrentam, é também pertença daqueles que são enfrentados.
Porque há sempre quem viva atormentado com questões alheias, antes de ceder aos impulsos mal-intencionados, recomenda-se o crivo das “Três peneiras” do filósofo Sócrates: verdade, bondade e utilidade. Assim, se o que pretendem dizer não seja verdadeiro, nem bom, nem útil que o guarde para si próprio. Porque não seguir o ensinamento? Cabe, a cada qual, separar o trigo do joio e ter esperança porque “o futuro protege os audazes”.
domingo, fevereiro 24, 2013
Reconhecimento agridoce - artigo JM
Em vésperas da sétima avaliação ao plano de resgate a Portugal o Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, vem reconhecer duas coisas: o plano de ajustamento falhou, sendo necessário mais tempo para o seu cumprimento, e a máxima do Governo de que a dívida é para pagar custe o que custar, saiu gorada.
As conclusões de Vítor Gaspar, embora pequem por tardias, vêm dar razão aos que têm alertado de que a fórmula de austeridade gera um ciclo vicioso e que a obsessão pelo cumprimento do défice, por via da receita, é uma falácia. O plano de ajustamento financeiro de Portugal, assinado pelo então Governo Socialista, através do agora Presidente do Conselho Consultivo de uma multinacional suíça da área farmacêutica, originou um ciclo recessivo que só poderá ser invertido se forem estabelecidas outras prioridades nacionais.
Infelizmente o empenhamento dos portugueses no cumprimento do plano, indo até mais longe em algumas metas, com o objetivo de honrar as responsabilidade do Estado mas também de devolver a, tão necessária, saúde financeira e o crescimento económico começa a parecer miragem.
Apesar de surpreendente o reconhecimento do Ministro das Finanças de rever os montantes e os prazos de pagamento do acordo com a troika, não é motivo para nos iludirmos a pensar que serão pedidos menos esforços aos portugueses. O que de repente nos apercebemos é que o Governo vai pedir mais tempo para cumprir as mesmas medidas e não recuará nos esforços pedidos aos portugueses, antes pelo contrário pretende aprofundar a agonia e aplicar mais austeridade.
Nunca é demais reforçar a ideia que Portugal está a se degradar e que os membros do Governo da Republica não passam de uns “lunáticos” que ainda não se aperceberam que assim não vamos lá e que, a rogo de uma boa imagem junto dos parceiros internacionais, estão a hipotecar as famílias portuguesas, as empresas e até mesmo o interesse nacional.
O fosso de desgraça que abala o sistema social português, tendo à cabeça os níveis abismais de desemprego, parece levar à conclusão que a recessão económica obriga a que cada vez menos portugueses possam assegurar o mesmo nível de receita. Este caminho é inviável é insuportável!
Todo este processo de submissão a um plano e às instâncias internacionais tem originado a perda silenciosa de legitimidade do Governo de Gaspar, Coelho e Portas. Não é por acaso que temos vindo a assistir a manifestações que, indiretamente, abalam os princípios democráticos do Estado português. A palavra de ordem que está por detrás do descontentamento é a mudança, mas não é certo que o Governo de Gaspar, Coelho e Portas queira infletir a ditadura financeira, recuperar o país e ganhar a confiança dos portugueses, se é que ainda vai a tempo.
O diagnóstico do país está feito, pese embora demasiado tarde para o trio mais poderoso do país, no entanto caberá também à troika na avaliação que se aproxima fazer o seu ato de contrição e reconhecer que a orientação imposta a Portugal tem gerado uma espiral recessiva, com efeitos catastróficos no tecido social e na economia portuguesa. O que o país precisa é a refundação do plano de resgate, orientado para estimular a economia, assegurar o controlo das contas públicas e garantir o Estado Social.
impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=238658&sdata=2013-02-24
quinta-feira, fevereiro 07, 2013
(In) Seguro e a Reforma do Estado
Ninguém em Portugal esquece que a presente conjuntura deve-se, em muito, à desgovernação do partido socialista que arrastou o país para uma crise que tem penalizado as pessoas. Todos os portugueses têm a noção que o passado recente do país não pode ser o mesmo para o futuro. Arrisco dizer que nenhum português espera milagres ou uma alteração considerável no seu nível de vida a curto prazo, como também defendo que, para o bem do país, terão de ser feitas reformas estruturais no Estado.
As opções da liderança de (in)Seguro para o país divergem do que pensam e aspiram os portugueses e, pior do que isso, num momento delicado como o que vivemos, enquanto se esperava que os desígnios nacionais fossem soberanos aos interesses e jogadas partidárias, o PS prefere ficar à margem do debate que urge ser feito sobre a reforma do Estado. É leviana a demissão do PS em ajudar a pensar um país mais próspero e num Estado menos honroso para a sua população.
Sobre esta matéria, são curiosas as declarações do líder da bancada parlamentar dos socialistas na Assembleia da República, Carlos Zorrinho, no passado dia 11 de Janeiro, que proclama que esta ideia da reforma do Estado é apenas para “a maioria PSD/CDS…. branquear o corte de quatro mil milhões de euros necessários devido à incompetência da sua gestão orçamental”. Ora que moral tem o PS de chamar incompetente à gestão orçamental deste governo quanto sabem que foram eles próprios que entalaram o país, com despesismos e sem reflexos no desenvolvimento nacional, e que entregaram a esta maioria um país sem credibilidade e num fosso sem saída?
Apesar de condenar as políticas e o rumo com que esta coligação governa o nosso país, chegando ao ponto de defender a demissão do primeiro-ministro e a nomeação de um governo de salvação nacional, considero que no domínio da reforma do estado ninguém pode ficar de fora e entristece-me que os “supostos” representantes das populações, os partidos políticos, sejam os primeiros a se demitir desta responsabilidade.
Os partidos da oposição acabarão por ter, a devido tempo, a resposta do povo porque com estas atitudes não servem o país, não servem os portugueses e nada mais querem do que, reféns do eleitoralismo, assegurar os seus lugares.
É normal que o PS prefira viver envencilhado nas disputas internas mas também tem o dever, político e moral, de ser um partido responsável e de estar à altura dos desafios que se colocam ao país. O PS não merece um voto de esperança e um voto de confiança dos portugueses porque não distingue a politiquice do sentido de Estado.
http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=237014&sdata=2013-02-03
domingo, janeiro 20, 2013
Urgente mudar
PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA |
O Partido Social Democrata nacional pode estar próximo de alcançar resultados eleitorais menos positivos por via dos sucessivos erros de governação do seu líder e primeiro-ministro, Dr. Pedro Passos Coelho. Apontam-se alguns erros que têm originado a descrença e a contestação popular ao PSD:
- Erros de Comunicação
A inabilidade comunicacional do Governo da República tem originado fugas de informação sobre matérias sensíveis, que tinham a obrigação de ser trabalhadas na esfera privada do Governo, gerando contestação sobre suposições e questões que não estão materializadas e devidamente aprofundadas. Por sua vez, ainda em matéria de comunicação, é de senso comum que os exigentes esforços pedidos aos portugueses não têm sido acompanhados de uma estratégia de comunicação explicativa sobre os motivos que os originaram e os objetivos que se propõem atingir. Os portugueses não estão à espera de facilidades ou de milagres, mas têm o direito de saber se o rumo que trilham e os esforços que suportam levarão à reabilitação do país. A política sem comunicação é uma falácia e a governação sem clareza é um “tiro” às escuras que origina a descrença e a falta de solidariedade popular.
- Inabilidade na Coligação de Governo
Não há dúvidas que este Governo da República é sustentado por uma coligação de conveniência, não existindo concertação nas posições públicas nem a partilha de responsabilidades, em especial sobre medidas impopulares que têm vindo a ser adotadas. O que temos assistido é, por um lado, os membros do Governo do PSD sistematicamente a liderar os dossiers difíceis e impopulares e, de outro, os ministros do CDS a aproveitar os dividendos da governação em ações de diplomacia ou então em inaugurações, a exemplo do que assistimos no início da semana passada quando assistimos ao Ministro dos Negócios Estrangeiros e a Ministra da Agricultura a inaugurarem uma fábrica do sector primário. Este modelo de governação está esgotado, as boas políticas favorecem o CDS e os destroços das políticas impopulares resvalam sempre para o PSD.
- Reorganização administrativa
A reorganização administrativa do território das freguesias, que foi um objetivo do PSD, poderá beliscar a sua preponderância enquanto partido do poder local. A ausência de um debate junto da sociedade civil e a arrogância em forçar a reorganização administrativa sem a devida explicação dos benefícios para as populações e para o Estado, se é que existem, poderá ter efeitos já nas próximas eleições autárquicas. Não é ingénua a declaração do senhor Presidente da República, subsequente à promulgação da lei, que advertiu para a necessidade de serem tomadas as medidas adequadas para assegurar a normalidade nas eleições autárquicas, bem como o alerta que faz sobre as implicações desta reforma administrativa, pois interfere com mais de 200 municípios e reduz cerca de 1000 freguesias. Antecipamos um cenário de contestação, especialmente pela perda de identidade das populações das freguesias visadas e pela privação de alguns meios/serviços que, até há bem pouco tempo, tinham ao seu dispor.
- Relação com as Regiões Autónomas
Se há assuntos de governação que são autênticos desastres são certamente as matérias conexas com as Regiões Autónomas, em que há uma atitude centralizadora e quase “pidesca” para com estes territórios. No que se refere à Madeira, começando pelo dossier do Centro Internacional de Negócios até ao plano de ajustamento económico e financeiro e culminando com a proposta de lei de finanças regionais, são descarados os sistemáticos atropelos ao desenvolvimento e à solidariedade nacional. Apesar da maioria governativa na República ser social-democrata, comportam-se como se fossem da oposição, criando sucessivos problemas e manifestando falta de vontade em resolver as questões pendentes. Este Governo do PSD, a par do Governo de Sócrates, ficarão para a história como os governos mais anti-autonomistas da história e como os maiores inimigos dos povos insulares, motivados por uma obstinação política e quiçá até pessoal.
Os erros políticos exigem mudança, impõem a necessidade de uma nova liderança no PSD e a nomeação de um novo Governo da República que devolvam, a nível partidário e governamental, uma orientação humanista, personalista e interclassista. O PSD não deverá ser parte do problema ou origem de uma crise política, antes sim, solução responsável e merecedora da confiança eleitoral que lhe foi dada pelos portugueses em 2011. É hora da mudança sob pena de o PSD e o país ficarem sequestrados e sem solução!
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Desterro -artigo de opinião JM
Portugal é hoje um país refém das políticas internacionais, e, apesar de ser o elo mais fraco, numa relação de polos opostos, tem resignado a sua soberania a favor das organizações financiadoras. A troco de um empréstimo para resolver os erros de governação do Partido Socialista e do nada saudoso, Eng. José Sócrates, os governantes de Portugal tropeçam a cada passo que dão, sacrificando os portugueses e sem nunca inverterem a linha que tem gerado um ciclo vicioso- a austeridade.
O modelo europeu está esgotado: A rogo dos esforços de uma segunda divisão de países, outros continuam a crescer e a manter a sua estabilidade social e económica. Esta discrepância não garante um projeto europeu sólido e cooperante, conforme os princípios do seu estabelecimento, mas sim uma Europa desigual em que, de um lado, estão os ricos e, de outro, os pedintes.
É urgente que os governantes saiam do “quadrado” em que estão circunscritos e procurem caminhos alternativos à austeridade portuguesa, quiçá vincando acordos e parcerias com outros países fora da Europa, junto daqueles cujas relações e a História aproximam do nosso país e que estão numa fase de pujança económica e em franco crescimento.
Portugal não pode continuar a se comportar como um incapacitado financeiro, refém da “mercearia” que dá crédito para adquirir os bens essenciais à sua sobrevivência, porque esse caminho tende a estreitar-se e a destruir o país e o Estado. O recente relatório do Fundo Monetário Internacional é exemplo de que se seguir esse modelo estaremos à beira da morte anunciada do Estado português. A destruição do Estado Social, decorrente das conclusões daquele relatório, através das consideráveis reduções na saúde e na educação, como também a lunática redução do número de funcionários públicos acrescida a redução dos salários e pensões leva-nos a questionar o papel do Estado e os nossos deveres enquanto cidadãos.
Não podemos ser cúmplices do desterro do nosso país, nem podemos continuar a alimentar um caminho que segrega e que torna-nos mais débeis e incapacitados. Não podemos continuar a comportar que o nosso país seja hoje uma rampa de expulsão de empresas, de quadros e de jovens licenciados para o estrangeiro, resultando num estrangulamento acrescido àqueles que por cá se estabelecem. Não podemos aceitar que Portugal não ofereça futuro aos que cá vivem e que seja um foco de desmotivação para os seus cidadãos, com míseros salários, comparados com a média da União Europeia, e com uma carga fiscal incomportável. Não podemos tolerar que um país com uma tendência para o envelhecimento não possua políticas de família e de estímulo à natalidade, como garante da célula basilar e do futuro do país.
Mas tudo isto advém do esvaziamento do “xadrez” político que lidera o nosso país e que vive obcecado pelo cumprimento dos ditames das instituições internacionais. A coligação governamental está debilitada porque não existem objetivos comuns mas sim acordos táticos que, a qualquer momento, podem ser trágicos, resvalando numa crise política. A ausência de soluções para a presente situação não é unicamente da responsabilidade dos partidos da coligação, é também das outras forças políticas que limitam-se à crítica espontânea e revelam-se incapazes de apresentar um projeto sólido e com futuro para Portugal. O vazio político não passa despercebido porque, se assim fosse, não estávamos a ser governados por entidades externas.
Portugal está doente, não pelo gene do seu povo, nunca pela capacidade de superação dos seus cidadãos, mas sim pela incapacidade política que tem imperado na gestão pública nacional.
http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=235378&sdata=2013-01-14
domingo, dezembro 16, 2012
Apenas três notas
http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=233316&sdata=2012-12-16
1. Visita do Secretário Estado dos Assuntos Parlamentares à Madeira
São claros os propósitos do Governo da República quanto aos órgãos de governo próprio da Região Autónoma da Madeira. Numa encenação política, o Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares visita a Madeira, coincidindo com a discussão do Orçamento Regional, logo, com dificuldades de agenda em reunir com o Governo Regional. Por sua vez, o Secretário de Estado acaba por reunir com o grupo parlamentar do CDS/PP local e que, resultado desse encontro, noticia que haverá um plano estratégico para a RTP e RDP Madeira, que poderá também envolver o Jornal da Madeira. Pergunto-me, com quem é que esse plano será materializado? Com o CDS/PP? Com outros poderes ou outras personalidades, quando está clarificado e postos de lado alguns planos que envolveriam esse propósito?
Já agora porque será que o CDS que faz “jogo de cintura” com o Governo da República, umas vezes estando do lado daquele Governo e outras não, não usa o seu capital de influência para outras situações mais prementes para a presente conjuntura da Região?
2. Voto do CDS/PP no Orçamento Regional
A votação na generalidade do Orçamento Regional para o ano 2013 clarificou as motivações políticas do CDS/PP Madeira: a demagogia e o eleitoralismo. Alinhado no diapasão dos partidos radicais representados no parlamento regional votou contra a proposta de orçamento, esquecendo que faz parte de um alinhamento político que impos um Programa de Ajustamento Financeiro à Madeira e que, desse plano, adveio medidas severas que também condicionam aquele documento, mas também que implicam esforços na economia e impõem sacrifícios às famílias madeirenses. Uma atitude responsável seria de esperar deste CDS/PP, pelo menos a abstenção no orçamento, que continua a se demitir das responsabilidades inerentes a um partido que integra a coligação no Governo da República.
3. Preocupação da oposição quanto ao PSD
Se houvesse dúvidas quanto ao futuro político da Região ficariam todas dissipadas nas preocupações de toda a oposição sobre a vida interna do PSD/Madeira. Ao invés dos partidos anti-autonomistas organizarem os seus partidos, de modo a construir uma alternativa de poder ao PSD, ficam envencilhados a discutir os processos internos do partido da maioria na Madeira. Está provado que ao PSD/Madeira basta ter a cabeça no seu sítio e não fazer o jogo da oposição para continuar a comandar os destinos da nossa Região.
segunda-feira, novembro 05, 2012
A Força sobre a adversidade - Mau tempo Madeira
Resultados Eleições Internas PSD Madeira - Freguesia da Ilha
Universo eleitoral : 27
Votantes: 25
Lista A: 22
Lista B: 2
Votos em Branco: 1
O Dr. Alberto João Jardim ganhou na Freguesia da Ilha com 92%.
terça-feira, outubro 30, 2012
Presunção
Artigo de Opinião publicado no Jornal da Madeira:
http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=229465&sdata=2012-10-29

















