DEFENDI NO CONGRESSO REGIONAL DO PSD-MADEIRA: UM PARTIDO VENCEDOR, INCLUSIVO E A PENSAR NA MADEIRA
O papel do militante base tem importância extrema na dialética partidária e na vida dos congressos. É nessa condição que venho aqui participar.
Terminado que está um ciclo político de vitórias e de resultados, altamente vantajosos no desenvolvimento da Madeira, construído por muitos homens e mulheres sociais-democratas, é também tempo de dizer Obrigado. Um Obrigado particular ao Dr.Alberto Joao Jardim por ter sido o rosto desta grande transformação e das oportunidades para Todos.
Terminado que está um ciclo político de vitórias e de resultados, altamente vantajosos no desenvolvimento da Madeira, construído por muitos homens e mulheres sociais-democratas, é também tempo de dizer Obrigado. Um Obrigado particular ao Dr.Alberto Joao Jardim por ter sido o rosto desta grande transformação e das oportunidades para Todos.
Os processos democráticos e partidários implicam escolhas. Temos todos de as respeitar, sobretudo as que foram feitas com carater.
O processo que culminou não foi só uma disputa a seis, com uma finalíssima a dois e que culminou com a vitória de um candidato, o companheiro Miguel Albuquerque. Foi a envolvência de 70% dos militantes do partido o que é bem demonstrativo a dinâmica de um PSD ativo e vencedor.
Estou ciente da marca que Todos nós deixamos neste processo. A alegria, a mobilização e o orgulho em pertencer a um projeto político perdurarão para sempre como experiência mas também como lição de vida.
Estou ciente da marca que Todos nós deixamos neste processo. A alegria, a mobilização e o orgulho em pertencer a um projeto político perdurarão para sempre como experiência mas também como lição de vida.
Agora virada a página escolhido o líder e um projeto vencedor, a grande missão do PSD-Madeira é a de potenciar o património político e partidário que se gerou, sem sectarismos, sem os bons e os maus, sem os nossos e os deles, sem os de campo e da cidade, sem os ilustres e os comuns, mesmo que cada um, como é o meu caso, assuma com orgulho a condição de madeirense que vem da Madeira profunda, ali onde nasceu a alma do nosso povo!
Não há militantes de primeira e militantes de segunda, aqui somos todos iguais.
A história política deve também servir para olhar para o futuro.
Reafirmo a importância de colocar no centro das decisões as estruturas e os militantes. Não se pode decidir unilateralmente e em grupos fechados e quando corre bem serem donos do saber e da estratégia, e quando corre mal se pretender encontrar supostos responsáveis, muitos até alheios aos resultados eleitorais.
O efeito eucalipto é demasiado nocivo para o partido.
O papel do militante deve também ser elevado. Há direitos mas há também deveres.
O cartão laranja não pode servir única e exclusivamente para quando se exerce funções, quando se quer premiar ou castigar este ou aquele militante, eleger este ou aquele candidato. O cartão laranja exige também a obrigação e a responsabilidade de ser ativo permanentemente, mesmo quando não fazemos parte das escolhas, mesmo quando as orientações não são do nosso agrado.
Não há militantes de primeira e militantes de segunda, aqui somos todos iguais.
A história política deve também servir para olhar para o futuro.
Reafirmo a importância de colocar no centro das decisões as estruturas e os militantes. Não se pode decidir unilateralmente e em grupos fechados e quando corre bem serem donos do saber e da estratégia, e quando corre mal se pretender encontrar supostos responsáveis, muitos até alheios aos resultados eleitorais.
O efeito eucalipto é demasiado nocivo para o partido.
O papel do militante deve também ser elevado. Há direitos mas há também deveres.
O cartão laranja não pode servir única e exclusivamente para quando se exerce funções, quando se quer premiar ou castigar este ou aquele militante, eleger este ou aquele candidato. O cartão laranja exige também a obrigação e a responsabilidade de ser ativo permanentemente, mesmo quando não fazemos parte das escolhas, mesmo quando as orientações não são do nosso agrado.
Os desafios são muitos:
• Ganhar as eleições regionais com maioria absoluta.
• Sermos protagonistas da credibilização da atividade política e dos atores políticos.
• Colocar no centro do debate as políticas de apoio à família, em particular aquelas que fomentem a natalidade e a fixação das populações.
• Alavancar a economia como a verdadeira política social e de criação de emprego;
• Defesa intransigente da continuidade territorial.
• Reconhecimento de que desenvolver a Madeira é desenvolver Portugal no Atlântico, e de que não existem portugueses despesistas, dependentes de outros portugueses.
• Ganhar as eleições regionais com maioria absoluta.
• Sermos protagonistas da credibilização da atividade política e dos atores políticos.
• Colocar no centro do debate as políticas de apoio à família, em particular aquelas que fomentem a natalidade e a fixação das populações.
• Alavancar a economia como a verdadeira política social e de criação de emprego;
• Defesa intransigente da continuidade territorial.
• Reconhecimento de que desenvolver a Madeira é desenvolver Portugal no Atlântico, e de que não existem portugueses despesistas, dependentes de outros portugueses.
É com este ensejo de um partido verdadeiramente livre, inclusivo, que salvaguarde os interesses de Todos, focado nos problemas dos Madeirenses e dirigido para o futuro da Madeira.
Estamos a pouco tempo das eleições regionais e a atitude deve ser construir, deve ser contribuir para que a alternativa seja clara. Resta-nos respeitar quem ganha, respeitar quem tenha maioria e ajudar a ganhar as eleições pela Madeira.
Viva a social-democracia!
Viva sempre, sempre a Madeira!
Tenho dito!
Estamos a pouco tempo das eleições regionais e a atitude deve ser construir, deve ser contribuir para que a alternativa seja clara. Resta-nos respeitar quem ganha, respeitar quem tenha maioria e ajudar a ganhar as eleições pela Madeira.
Viva a social-democracia!
Viva sempre, sempre a Madeira!
Tenho dito!

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