Santana Lopes é mais próximo da
direção de Pedro Passos Coelho e deverá granjear maiores preferências, no
entanto, Marcelo Rebelo de Sousa é o eterno candidato a Presidente da República
e um dos grandes barões do PSD.
Se por um lado Santana Lopes tem
o peso da máquina, por outro, tem um trajeto político que poderá não abonar na
hora da decisão. Marcelo poderá não reunir as simpatias da
direção, mas tem um impacto mediático fora de série e tem argumentos para ganhar
as eleições.
A escolha não será fácil e será
motivo de dilemas na direção do PSD e, em geral, nos militantes e simpatizantes
do PSD.
O que pode ainda piorar o cenário
é o aparecimento de nomes como Alberto João Jardim e Rui Rio. Aí o caldo está
entornado!
Será caso para dizer que o melhor
para a direção do PSD é passar por entre os pingos da chuva, não apoiar
qualquer dos candidatos, sacudir a água do capote e afirmar que as Presidenciais
são matéria do foro individual dos candidatos e de escolha livre.
Será que os ventos agitados no
PSD poderão abrir espaço a uma vitória de um candidato da esquerda?
Um dossier a seguir...
Um dossier a seguir...
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