sexta-feira, janeiro 13, 2017
terça-feira, janeiro 10, 2017
Uma página ao sabor de POUCO
segunda-feira, janeiro 09, 2017
RONALDO "THE BEST"
terça-feira, novembro 15, 2016
ESTÁ QUASE TUDO TRUMPICADO
sexta-feira, junho 24, 2016
FORTE ABALO NO PROJETO EUROPEU
Hoje confirma-se um forte "abalo" no projeto Europeu. Depois da intransigência de uma Europa mais centrada na finança do que na coesão e nas pessoas, eis que inicia o processo de desmembramento.
Para o bem e para o mal haverá vantagens mas também inúmeras desvantagens.
A instabilidade que se gerará em muitos emigrantes portugueses no Reino Unido, sobretudo os da nova vaga, é um dos factores que obriga estarmos atentos, solidários e pró-ativos.
Por sua vez, para a Região Autónoma da Madeira, não é de descurar alguns efeitos colaterais num dos principais emissores de turismo.
Novos desafios, novas oportunidades e grande capacidade de negociação serão fundamentais para segurar tudo aquilo que se construiu ao longo de décadas, mas também para estar na linha da frente dos novos caminhos.
#Brexit #madeira #portugal #reinounido #emigraçãolondres
sábado, junho 11, 2016
Não somos candidatos
quarta-feira, junho 08, 2016
Há uma pétala que sobra
domingo, junho 05, 2016
Fazer melhor
sábado, junho 04, 2016
O tempo e o silêncio
sexta-feira, junho 03, 2016
Geração que se distingue
Ter as melhores escolas nem sempre é sinónimo dos melhores alunos. A verdade é que, desde esta parte a alguns anos, as Escolas da Madeira e, em particular, a Escola de Santana tem angariado um conjunto de prémios e distinções através das brilhantes prestações dos seus alunos quer em olimpíadas, da biologia à matemática, ou até mesmo em outras provas que colocam em competição alunos de todo o país.
segunda-feira, maio 30, 2016
Visitas ao Parque Temático aumentaram 80%
quinta-feira, maio 26, 2016
Em direto no face com 1 clique
De volta
sábado, setembro 26, 2015
Legislativas nacionais 2015: Mais e Menos (II)
sexta-feira, setembro 25, 2015
Legislativas nacionais 2015: Mais e Menos (I)
quinta-feira, setembro 24, 2015
Legislativas nacionais 2015: Mais e Menos
Menos
sábado, setembro 12, 2015
BOM OLHO: Faz bem à Madeira
sexta-feira, setembro 04, 2015
PRESIDENCIAIS: Mais um candidato?
Guterres vai deixar o cargo de alto comissário dos refugiados das Nações Unidas em Dezembro. Mais um candidato na corrida a Belém em 2016?
terça-feira, julho 14, 2015
PRESIDENCIAS: Organizem-se
domingo, julho 12, 2015
sábado, julho 11, 2015
Estalou verniz no PS-Madeira
Não Gosto de ser emigrante
Encontrei este bonito texto que retrata os sentimentos e a agonia de um/uma emigrante. É um brilhante ponto de vista que nos faz ver as coisas e o fenómeno da emigração de outra maneira. Afinal não são tudo coisas boas, atrever-me-ia dizer que, no balanço, e aos olhos deste testemunho, devem ser mais coisas menos boas do que boas.
"NÃO GOSTO DE SER EMIGRANTE… E DE FALTAR ONDE EU DEVIA ESTAR!
Não gosto de ser emigrante. Não gosto da dor que isso causa. Não gosto da distância que me afasta.
Hoje é um dia mau. Além de hoje, tantos outros já foram no silêncio. Só quem está longe dos que ama é que me compreende. Os outros imaginam.. fazem uma pequena, pequeníssima, ideia. Não poder abraçar a minha mãe quando mais preciso é o pior vazio de todo o sempre. E as vezes nem preciso de mais nada, só o toque dela aliviava o que quer que fosse. Não poder acompanhar o crescimento dos filhos dos meus amigos que acabaram de nascer. Não conseguir dar aquele abraço apertado à minha melhor amiga que perdeu o avô. Não poder celebrar os aniversários dos meus amigos e fazer-lhes sorrir como todos os outros anos. Não poder estar presente nos pedidos de casamento. Não estar na plateia na estreia do meu grande amigo naquela peça de teatro. Faltar aos jantares, aos eventos duma vida, aos funerais, aos nascimentos, aos casamentos. Faltar onde eu deveria estar. Não há um único dia que não me lembre de todos os que fui obrigada a deixar. Não há um único dia que não custe não poder fazer-lhes uma simples chamada e dizer “Vamos pôr a conversa em dia e comer uma francesinha?” ou receber aquela chamada “estou farto de estar em casa, preciso de ir apanhar ar. Vamos comer um gelado á beira mar?”. Vocês fazem-me falta.
Não sou infeliz. Tenho um emprego de sonho apesar de ser extremamente cansativo e por vezes o stress e o inesperado não ajudam a chegar a casa de coração cheio. Mas quem não gosta de viajar pelo mundo enquanto trabalha? É certo que para morrer basta estar vivo e que de um segundo para o outro tudo muda mas por estar num emprego de risco comecei a sentir as coisas mais intensamente.
Todos os dias ao descolar e aterrar me passa pela cabeça “E se foi a última vez? E se não o/a vejo mais? Disse tudo o que queria?”. Aquele jump-seat já sabe mais segredos e histórias da minha vida do que eu poderia imaginar. Ainda são uns 15 a 20min de pensamento profundo e silencioso em que tudo me passa pela cabeça. Descolamos e penso “mais um já está. Agora que não haja turbulência severa e que a aterragem seja tranquila!”. Esta incógnita cria em mim borboletas na barriga e a adrenalina até que dá um gozo á coisa. Mas fica sempre o desassossego até as rodas do avião tocarem outra vez no chão seja em que país for. É que se assim não for, vai sempre ficar muito por dizer, muito por contar, muito por ver e ainda mais por viver.
Ser emigrante fez me perceber o que achava que já sabia há muito. Achava que sabia quem eram os amigos , quem me ia fazer falta, que as saudades eram passageiras, que estar num país diferente é que é fixe. Estava enganada em quase tudo. Não gosto de ser emigrante mas sê-lo deu mais sentido ao que dantes era “só” importante"








