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terça-feira, julho 14, 2015

PRESIDENCIAS: Organizem-se

A direita tem, novamente, grande possibilidade de voltar a ter um Presidente da República da sua área política, no entanto é preciso que se organize e que se congregue vontades e apoios.
Não há dúvidas que qualquer dos candidatos de centro direita, que se perfila para o cargo de Presidente da República, tem as condições e a popularidade necessária para ser vencedor, se for apoiado em bloco pelo centro direito.
Mas, está a faltar qualquer coisa! Está a faltar ordem. Está a faltar diálogo. Porque nesta embrulhada toda e a este ritmo, quase de um novo candidato por dia, dificilmente chega lá. É preciso um Basta!

 Afinal como ficamos:
Rui Rio avança em julho?
 Marcelo Rebelo de Sousa avança em Setembro?
Pedro Santana Lopes depois das legislativas?
Alberto João Jardim depois de recolhidas 10000 assinaturas?
Fernando Nogueira preferido de Passos Coelho?
Paulo Portas pode ser uma hipótese?

Com esta confusão na direita, a esquerda e, em particular o Partido Socialista, esfregam as mãos porque quanto mais fragmentada estiver a direita mais hipóteses terão de eleger o seu candidato.
Não há dúvidas que a prioridade são as legislativas mas este dossier merece alguma ordem, sob pena de tudo o vento levar.

Em que é que ficamos? 

segunda-feira, abril 13, 2015

Presidenciais: Candidatos a feijões

São nomes atrás de nomes a possíveis candidatos à Presidência da República. Da Esquerda à Direita há um naipe imenso de personalidades que se perfilham. Podemos dizer que muitas candidaturas não se materializarão, mas que serão uma grande dor de cabeça para os partidos, ai isso serão!

As legislativas nacionais serão o mote para afrouxar ou não os candidatos que espreitam a sua vez. Partido reforçado nas eleições terá a força para “propor” o candidato, partido enfraquecido dará lugar força à livre iniciativa dos candidatos. 

quinta-feira, abril 09, 2015

Presidenciais: Agora Paulo Portas

Apesar de se tentar disfarçar da possibilidade de Paulo Portas ser candidato à Presidência da República, até porque antes das presidências haverão legislativas e não sabemos o que de lá sairá, a verdade é que essa é uma hipótese muito séria.


As vantagens políticas são muitas.
Para Paulo Portas qual seria o passo seguinte? Que objetivo político ainda pode atingir?

Primeiro-Ministro é uma missão quase impossível, até porque a contestação em trono do Governo da República, o qual o CDS faz parte, é mais do que muita, e já será muito bom uma eventual coligação chegar à vitória.

Se o CDS sair do governo é claro que a liderança de Paulo Portas no partido estará em fim de linha. Logo, a sua carreira política estará muito condicionada por esse passo importante rumo à Presidência da República.

Ao nível das condições externas até não seria mal pensado: então o CDS passou presidenciais atrás de presidenciais a apoiar um candidato apoiado/indicado pelo PSD, não seria a altura de acontecer o contrário?

No tabuleiro das presidenciais joga-se muito. Para os lados dos centristas não só se joga a sobrevivência política de Paulo Portas mas também a do CDS.