As novas tecnologias são, cada vez mais, uma barreira ao convívio familiar. Eis uma boa maneira de fazer pedagogia:
sexta-feira, janeiro 16, 2015
quinta-feira, janeiro 15, 2015
PRESIDENCIAIS: MARCELO OU SANTANA
Santana Lopes é mais próximo da
direção de Pedro Passos Coelho e deverá granjear maiores preferências, no
entanto, Marcelo Rebelo de Sousa é o eterno candidato a Presidente da República
e um dos grandes barões do PSD.
Se por um lado Santana Lopes tem
o peso da máquina, por outro, tem um trajeto político que poderá não abonar na
hora da decisão. Marcelo poderá não reunir as simpatias da
direção, mas tem um impacto mediático fora de série e tem argumentos para ganhar
as eleições.
A escolha não será fácil e será
motivo de dilemas na direção do PSD e, em geral, nos militantes e simpatizantes
do PSD.
O que pode ainda piorar o cenário
é o aparecimento de nomes como Alberto João Jardim e Rui Rio. Aí o caldo está
entornado!
Será caso para dizer que o melhor
para a direção do PSD é passar por entre os pingos da chuva, não apoiar
qualquer dos candidatos, sacudir a água do capote e afirmar que as Presidenciais
são matéria do foro individual dos candidatos e de escolha livre.
Será que os ventos agitados no
PSD poderão abrir espaço a uma vitória de um candidato da esquerda?
Um dossier a seguir...
Um dossier a seguir...
PROIBIÇÃO DE AUTOMÓVEIS ANTIGOS CENTRO LISBOA
A proibição de entrada de carros produzidos antes de 2000 no centro da cidade de Lisboa é um total absurdo. As modas ambientalistas não podem, de modo algum, prejudicar as populações, em particular aqueles que não têm condições para adquirir um carro novo ou centros dos limites estabelecidos.
É bom que a Câmara de Lisboa pense nas prioridades das pessoas e nas suas necessidades prementes antes de aplicar restrições absurdas e pouco adequadas. A presente conjunta do país e das suas populações não aconselha a medidas tão rígidas. É bom lembrar a pirâmide de Maslow, em que só depois de satisfeitas as necessidades básicas é que se pensa em subir o patamar.
Que impere o bom senso!
quarta-feira, janeiro 14, 2015
NERVOSO NAS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES
A marcação das eleições, mais do que certa, para
29 de março torna o clima político regional em estado tenso e de nervoso. Se
por um lado o PSD tem sobre os seus ombros a afirmação da nova liderança e do
novo ciclo dependente de maioria absoluta, por outro, os partidos da oposição
estão sobre um efeito surpresa e estão incertos quanto à ação e reação à
presente conjuntura, vamos por partes:
PS
Vitor Freitas, presidente do
partido, está sob uma forte contestação interna. A oposição interna vai desde Carlos
Pereira à ala mais tradicional, que não
acreditam na possibilidade do atual líder conseguir um bom resultado eleitoral.
Paulo Cafofo entre nestas contas,
no entanto face à intransigência de Vítor Freitas não tem tempo de se afirmar
como candidato, mesmo que a hipótese Vítor Freitas caia por terra.
CDS
José Manuel Rodrigues é uma
figura desgastada e que não tem conseguido catapultar os resultados eleitorais.
Depois das regionais de 2011, em que ganhou algum fulgor político, nas autárquicas,
em particular no Funchal, levou com um balde de água fria na capacidade dos
centristas em se afirmarem como principal partido da oposição.
Só com uma nova cara, quiçá de
Rui Barreto podia disputar com o PSD, no entanto já não há tempo.
PTP
José Manuel Coelho tem perdido o
espaço e revela no eleitorado cansaço e pouca seriedade.
PND
As confusões no interior da
direção partidária coloca-o muito fragilizado para as regionais.
PCP
Não é alternativa e continuará a
ser um partido de minorias.
Perante os factos, o PSD-Madeira e
Miguel Albuquerque têm caminho aberto para ganhar as eleições com maioria
absoluta, a não ser que aconteça algo de transcendente no processo eleitoral.
As regionais do próximo dia 29 de
março serão um pró-forma e uma confirmação do PSD na frente dos destinos
políticos e do Governo da Região.
DESCONGELAMENTO REFORMAS - ATÉ QUE ENFIM
Governo descongela parcialmente as reformas antecipadas. Uma medida positiva mas tardia. Trará efeitos positivos se forem repostos os ativos profissionais. Assim merecerá aplauso.
Mais pormenores:
http://economico.sapo.pt/noticias/descongelamento-parcial-das-reformas-antecipadas-produz-efeitos-a-1-de-janeiro_209876.html
Mais pormenores:
http://economico.sapo.pt/noticias/descongelamento-parcial-das-reformas-antecipadas-produz-efeitos-a-1-de-janeiro_209876.html
A FORMALIDADE DO PRÓXIMO CONSELHO DE ESTADO
O Presidente da República convocará o Conselho de Estado para analisar a saída de Alberto João Jardim. Pouco ou nada estará sobre a mesa. A saída é irrevogável e as eleições regionais são inevitáveis.
Correrá tinta e haverá mais um facto político e noticioso, à medida do nosso país!
O que espero é que saia deste Conselho de Estado um justo reconhecimento pelo trabalho e obra de Alberto João Jardim, isso sim.
segunda-feira, janeiro 12, 2015
RONALDO IS THE WINNER 2014
Informação do jornalista José Milhazes:
ÚLTIMA HORA!!!!!!
Caros amigos, segundo fontes de Moscovo na FIFA, Ronaldo vence a Bola de Ouro com 37,66% dos votos!
Messi vai receber 15,76% e Neuer 15,72%
Messi vai receber 15,76% e Neuer 15,72%
DISCURSO XV CONGRESSO DO PSD-MADEIRA
DEFENDI NO CONGRESSO REGIONAL DO PSD-MADEIRA: UM PARTIDO VENCEDOR, INCLUSIVO E A PENSAR NA MADEIRA
O papel do militante base tem importância extrema na dialética partidária e na vida dos congressos. É nessa condição que venho aqui participar.
Terminado que está um ciclo político de vitórias e de resultados, altamente vantajosos no desenvolvimento da Madeira, construído por muitos homens e mulheres sociais-democratas, é também tempo de dizer Obrigado. Um Obrigado particular ao Dr.Alberto Joao Jardim por ter sido o rosto desta grande transformação e das oportunidades para Todos.
Terminado que está um ciclo político de vitórias e de resultados, altamente vantajosos no desenvolvimento da Madeira, construído por muitos homens e mulheres sociais-democratas, é também tempo de dizer Obrigado. Um Obrigado particular ao Dr.Alberto Joao Jardim por ter sido o rosto desta grande transformação e das oportunidades para Todos.
Os processos democráticos e partidários implicam escolhas. Temos todos de as respeitar, sobretudo as que foram feitas com carater.
O processo que culminou não foi só uma disputa a seis, com uma finalíssima a dois e que culminou com a vitória de um candidato, o companheiro Miguel Albuquerque. Foi a envolvência de 70% dos militantes do partido o que é bem demonstrativo a dinâmica de um PSD ativo e vencedor.
Estou ciente da marca que Todos nós deixamos neste processo. A alegria, a mobilização e o orgulho em pertencer a um projeto político perdurarão para sempre como experiência mas também como lição de vida.
Estou ciente da marca que Todos nós deixamos neste processo. A alegria, a mobilização e o orgulho em pertencer a um projeto político perdurarão para sempre como experiência mas também como lição de vida.
Agora virada a página escolhido o líder e um projeto vencedor, a grande missão do PSD-Madeira é a de potenciar o património político e partidário que se gerou, sem sectarismos, sem os bons e os maus, sem os nossos e os deles, sem os de campo e da cidade, sem os ilustres e os comuns, mesmo que cada um, como é o meu caso, assuma com orgulho a condição de madeirense que vem da Madeira profunda, ali onde nasceu a alma do nosso povo!
Não há militantes de primeira e militantes de segunda, aqui somos todos iguais.
A história política deve também servir para olhar para o futuro.
Reafirmo a importância de colocar no centro das decisões as estruturas e os militantes. Não se pode decidir unilateralmente e em grupos fechados e quando corre bem serem donos do saber e da estratégia, e quando corre mal se pretender encontrar supostos responsáveis, muitos até alheios aos resultados eleitorais.
O efeito eucalipto é demasiado nocivo para o partido.
O papel do militante deve também ser elevado. Há direitos mas há também deveres.
O cartão laranja não pode servir única e exclusivamente para quando se exerce funções, quando se quer premiar ou castigar este ou aquele militante, eleger este ou aquele candidato. O cartão laranja exige também a obrigação e a responsabilidade de ser ativo permanentemente, mesmo quando não fazemos parte das escolhas, mesmo quando as orientações não são do nosso agrado.
Não há militantes de primeira e militantes de segunda, aqui somos todos iguais.
A história política deve também servir para olhar para o futuro.
Reafirmo a importância de colocar no centro das decisões as estruturas e os militantes. Não se pode decidir unilateralmente e em grupos fechados e quando corre bem serem donos do saber e da estratégia, e quando corre mal se pretender encontrar supostos responsáveis, muitos até alheios aos resultados eleitorais.
O efeito eucalipto é demasiado nocivo para o partido.
O papel do militante deve também ser elevado. Há direitos mas há também deveres.
O cartão laranja não pode servir única e exclusivamente para quando se exerce funções, quando se quer premiar ou castigar este ou aquele militante, eleger este ou aquele candidato. O cartão laranja exige também a obrigação e a responsabilidade de ser ativo permanentemente, mesmo quando não fazemos parte das escolhas, mesmo quando as orientações não são do nosso agrado.
Os desafios são muitos:
• Ganhar as eleições regionais com maioria absoluta.
• Sermos protagonistas da credibilização da atividade política e dos atores políticos.
• Colocar no centro do debate as políticas de apoio à família, em particular aquelas que fomentem a natalidade e a fixação das populações.
• Alavancar a economia como a verdadeira política social e de criação de emprego;
• Defesa intransigente da continuidade territorial.
• Reconhecimento de que desenvolver a Madeira é desenvolver Portugal no Atlântico, e de que não existem portugueses despesistas, dependentes de outros portugueses.
• Ganhar as eleições regionais com maioria absoluta.
• Sermos protagonistas da credibilização da atividade política e dos atores políticos.
• Colocar no centro do debate as políticas de apoio à família, em particular aquelas que fomentem a natalidade e a fixação das populações.
• Alavancar a economia como a verdadeira política social e de criação de emprego;
• Defesa intransigente da continuidade territorial.
• Reconhecimento de que desenvolver a Madeira é desenvolver Portugal no Atlântico, e de que não existem portugueses despesistas, dependentes de outros portugueses.
É com este ensejo de um partido verdadeiramente livre, inclusivo, que salvaguarde os interesses de Todos, focado nos problemas dos Madeirenses e dirigido para o futuro da Madeira.
Estamos a pouco tempo das eleições regionais e a atitude deve ser construir, deve ser contribuir para que a alternativa seja clara. Resta-nos respeitar quem ganha, respeitar quem tenha maioria e ajudar a ganhar as eleições pela Madeira.
Viva a social-democracia!
Viva sempre, sempre a Madeira!
Tenho dito!
Estamos a pouco tempo das eleições regionais e a atitude deve ser construir, deve ser contribuir para que a alternativa seja clara. Resta-nos respeitar quem ganha, respeitar quem tenha maioria e ajudar a ganhar as eleições pela Madeira.
Viva a social-democracia!
Viva sempre, sempre a Madeira!
Tenho dito!
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