sexta-feira, abril 19, 2024

PENSAR DIFERENTE NÃO PODE GERAR DISCRIMINAÇÃO


Hoje no Diário de Notícias da Madeira

ANTÓNIO TRINDADE FRISA QUE PENSAR DIFERENTE NÃO PODE GERAR DISCRIMINAÇÃO


"António Trindade, adjunto de Rafaela Fernandes que foi exonerado pela própria depois de ter apoiado o candidato Manuel António Correia, adversário do presidente Miguel Albuquerque nas eleições internas do PSD-M, está a promover uma caminhada denominada "Liberdade é Caminho" que se realizará a partir das 18 horas, no dia 25 de Abril, com partida na rotunda Francisco Sá Carneiro, no Funchal. É feito um apelo para que os participantes levem "um símbolo de abril". "Vamos caminhar por ideais, pelo direito à expressão, pela oportunidade de sermos livres e pela participação cívica e democrática"avança.


No manifesto assinado pelo antigo adjunto, refere que "pese embora as conquistas de Abril, na sua prática, exercê-las na plenitude continua a ter um preço, sendo tantas vezes um exercício de força sobre os fracos e de fraqueza para os fortes".

"Ainda hoje, na defesa dos direitos mais elementares, é preciso coragem e ousadia, para dizer basta, para recusar o silêncio perante as injustiças e para apontar as falhas de bom senso que estão à vista de todos" aponta.


Mais indica que, "ao comemorar abril, convoca-se à liberdade que se negoceia, nem se troca por ilusões ou promessas. da firmeza, que nega a intolerância; que diz não ao desrespeito; da verdade que ultrapassa a confiança e a esperança; da ética como condição de pensar diferente e defender o superior interesse comum; de colocar a pessoa no centro, pela dignidade humana e pela defesa dos mais fracos; de tratar como prioridade todos os que põem a sociedade, independentemente da sua origem, idade, orientação e crença; da representação e de participação política livre e democrática sem consequência; e que gera mudanças estruturais de comportamentos e de atitudes".


António Trindade aponta que"em 2024, falar de direitos, falar de ética, falar do livre arbítrio continua a ser motivo gerador de convulsões, de diferenciação e de discrimina-ção". "Não é aceitável nos dias que vivemos", frisa. "O exercício pleno da liberdade é a seta que aponta à vida, ao bem-estar e à felicidade na sua plenitude. É por isso que caminhamos, é por isso que lutamos, é por isso que seguimos", termina."


quinta-feira, abril 18, 2024

Manifesto - Liberdade é Caminho - 25 de abril

O desejo de uma sociedade que honre os valores de abril permanece atual. 

A liberdade, a democracia, a igualdade, a justiça social e a solidariedade são desígnios inquestionáveis e, em momento algum, podem ser beliscados. 




Pese embora as conquistas de abril, na sua prática, exerce-las em plenitude continua a ter um preço, sendo tantas vezes um exercício de força sobre os fracos e de fraqueza para os fortes. 

Ainda hoje, na defesa dos direitos mais elementares, é preciso coragem e ousadia, para dizer basta, para recusar o silêncio perante as injustiças e para apontar as falhas de bom senso que estão à vista de todos. 

Ao comemorar Abril, convoca-se à liberdade: 

  • Que não se negoceia, nem se troca por ilusões ou promessas
  • Da firmeza, que nega a intolerância;
  • Que diz não ao desrespeito;
  • Da verdade que ultrapassa a confiança e a esperança. 
  • Da ética como condição de pensar diferente e defender o superior interesse comum. 
  • De colocar a pessoa no centro, pela dignidade humana e pela defesa dos mais fracos. 
  • De tratar como prioridade todos os que compõem a sociedade, independentemente da sua origem, idade, orientação e crença. 
  • Da representação e de participação política livre e democrática sem consequência. 
  • Que gera mudanças estruturais de comportamentos e de atitudes.

Em 2024, falar de direitos, falar de ética, falar do livre arbítrio continua a ser motivo gerador de convulsões, de diferenciação e de discriminação. Não é aceitável nos dias que vivemos! 


Tantas vezes parece-nos que o que é certo está errado, e o que está errado é o que está certo. 


Hoje, mais do que nunca, convocamos ao exercício da liberdade, sem medos. Não podemos deixar infletir os valores que nos trouxeram até aqui, sob pena de hipotecar o futuro dos nossos e das novas gerações.

Convocamos a participar na iniciativa informal designada “Liberdade é Caminho”, no dia 25 de abril, com concentração às 18h, na Rotunda Francisco Sá Carneiro, Funchal. 


Vem, traz um símbolo de Abril, e dá passos a caminho dos direitos conquistados. 

O que nos move são os ideais. 


Os valores e princípios, que nos estruturam enquanto membros de uma sociedade, são a pedra angular da ordem e do respeito. 


O exercício pleno da liberdade é a seta que aponta à vida, ao bem-estar e à felicidade na sua plenitude. 


É por isso que caminhamos, é por isso que lutamos, é por isso que seguimos.


Mais info: Evento "Liberdade a Caminho"




sábado, abril 13, 2024

Lideranças em tempos de incerteza

 

A atualidade geopolítica apresenta sinais preocupantes. Estabilidade é um termo praticamente banido do dicionário mundial, até porque são  vários os países e territórios em eminência de conflitos, de guerras e de incertezas. 

O Mundo mudou e continua a mudar! Hoje, prospetivar é praticamente um exercício de “mediunidade” e a linha que separa a estabilidade do caos é ténue. 


O respeito pela humanidade como um todo é uma miragem. 


A autodeterminação e a luta, em bloco, por propósitos comuns, são uma utopia. Cavam-se clivagens e diferenças insanáveis, a exemplo dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente. 


Não se auguram bons ventos, até porque, sabemos, mais do que nunca,  que os conflitos e as desavenças têm efeitos, em tempo real e global. 


Os tempos de incerteza acompanham crises políticas e são vários os países que vivem em sobressalto, uns por governos instáveis, outros por governos incapazes que, no fim de contas, têm o mesmo efeito- a estagnação. 


Onde estão os líderes políticos? Onde estão aqueles Homens que fazem a verdadeira diferença? 

Deixaram de existir! 

Olhemos o Mundo à nossa volta e analisemos as suas lideranças; Os que falam mais alto não têm razão, solução ou força, para detonar o catastrófico caminhar da humanidade; Outros tantos, não se conseguem fazer ouvir, porque não têm a força do exemplo, das soluções e das palavras. 


Os lideres deixaram de ser o eco das inquietações do povo. Deixaram de apontar o futuro. De ver à frente. De apresentar metas e de guiar a vida pública. 


O Mundo está em crise! Líderes e referências precisam-se, sob pena de continuarmos a não saber para onde caminhamos, em esquecer a premissa do superior interesse comum e de acudir, a tempo, às agonias atuais da Humanidade. 

Precisa-se de uma chamada à ação, sem medos! 


Urge fomentar novos modelos de participação política e de promoção da cidadania ativa.


É preciso aproximar os políticos do povo, sob pena do crescente desencanto das populações com os seus representantes. 


A ação política não pode começar e terminar na promessa. O Mundo precisa de políticos e de políticas de verdade, de cartas sobre a mesa, e de propostas que sejam efetivamente cumpridas. A verdade ultrapassa o voto, ultrapassa a confiança, ultrapassa a esperança. 


 É preciso que a palavra conte e tenha força e que as pontes entre povos, estados e nações sejam mais importantes do que a promoção de clivagens.  

Aí sim, à luz destes pressupostos estaremos mais perto de encontrar líderes! 

segunda-feira, abril 08, 2024

No Centro do Palco: Explorando as Responsabilidades do Presidente da Assembleia Geral

Na estrutura social de uma instituição, o Presidente da Assembleia Geral assume um papel de representação máxima dos seus membros.

2022



O Presidente da Assembleia Geral desempenha o papel de líder e moderador durante as reuniões da assembleia geral de uma organização, empresa, associação ou instituição. Compete-lhe a presidência e coordenação dos procedimentos durante essas reuniões, assegurando que a discussão decorra de forma organizada e que todos os membros tenham a oportunidade de expressar as suas opiniões. É também sua responsabilidade garantir que as decisões tomadas estejam em conformidade com as leis e regulamentos estabelecidos, respeitando os estatutos da entidade em questão.



Para além disso, é comum que o Presidente da Assembleia Geral tenha também a incumbência de representar a organização perante o público ou outros órgãos, assumindo um papel de porta-voz institucional quando necessário.


Dia do Emigrante 2022

Este cargo implica um profundo conhecimento das leis e regulamentos aplicáveis, de forma a garantir que todas as decisões tomadas estão em conformidade com a legislação em vigor. A sua atuação é crucial para assegurar a transparência e legalidade dos processos deliberativos da assembleia geral, contribuindo para uma gestão eficaz e responsável da instituição.


Exposição do Limão 2024


Semana Cultural 2023

Semana Cultural 2023





domingo, abril 07, 2024

A ÚNICA LEITURA A RETIRAR

🍋 Hoje, na qualidade de Presidente da Assembleia Geral da Casa Povo Ilha, participei na Exposição Regional do Limão, num evento que tive o privilégio de organizar durante 14 edições. Acolhemos todos com bondade, tolerância, respeito e verdade, valores que honro e defendo. 

🌟A energia festiva, as interações com as pessoas e as conversas inspiradoras foram verdadeiramente incríveis, assim como a confraternização com os amigos que me acompanharam. 

📍Estar na Ilha é sempre uma viagem às minhas origens, memórias e ao trabalho conjunto que realizamos. Afinal, o coração de um homem permanece eternamente ligado às suas raízes.


Nota: Esta é a única leitura a retirar do dia de hoje. 

#ilha #


+em: https://lapiseiradeideias.blogspot.com

segunda-feira, setembro 25, 2023

Eleições Regionais: Top 3


Terminado que está o ato eleitoral para as regionais 2023, e pese embora todas os análises ou leituras que possam ser feitas, há sempre um dado que me desperta especial atenção, que são as mais expressivas percentagens de votos num partido/coligação por freguesia e por concelho, neste ato eleitoral na Madeira. 

Melhores resultados de freguesia 

De acordo com os votos apurados, o Top das percentagens aconteceram nas freguesias e na coligação Somos Madeira - PSD/CDS, obtendo vitórias arrebatadoras, nas seguintes localidades: 

Paul do Mar - 76,05% 

Prazeres - 71,4% 

Ilha - 68,25 %

Melhores resultados de Concelho 

No que respeita ás melhores percentagens por concelho, a coligação Somos Madeira também soma os três lugares do pódio, designadamente:

Calheta - 62,90%

Porto Moniz - 57,14%

São Vicente - 56,10 %

Estes resultados podem ser importantes para entender as dinâmicas  políticas locais na Madeira, os fatores que influenciaram o resultado eleitoral e o comportamento eleitoral de eleição para eleição. 


sexta-feira, setembro 22, 2023

Bons e maus gestores de talentos

 O Caso João Félix

No futebol, como em tantos outros contextos, existem os bons e os maus gestores de talento, até porque, gerir pessoas implica criar condições para que cada um desenvolva as suas capacidades, colocando-as ao serviço do coletivo, como é o caso de uma equipa de futebol. 

Nas histórias das estrelas do futebol, não é novidade saber que, mais do que as competências, é, também, preciso estar no sítio e no momento certo. É preciso existir quem acredite e aposte sem o medo de que a luz de um jogador a despoletar ofusque colegas de equipa,  treinador, ou, até mesmo, o próprio clube. Pouco inteligente de facto, mas não é novo. 

É desta forma que vejo o percurso de João Félix no Atlético de Madrid. Não teve espaço, não foi aposta e não tenho a mínima dúvida que, o estatuto que o fez entrar no clube, foi o grande obstáculo ao seu progresso, acabando por ser afastado e destratado.

Se houvesse dúvidas sobre o talento, o potencial e a dedicação do jovem português, ficam dissipadas pela prestação que está a ter no Barcelona. 

Posto isto, é evidente perceber os polos na gestão de talentos, que tanto eliminam como fazem florescer, mas uma coisa é certa, mais tarde ou mais cedo o brilho vem ao de cima. Félix foi vítima do síndrome do "eucalipto", que seca tudo à volta, aliás bem demonstrativo pelas vozes de revolta que se fazem ouvir agora ao vê-lo de volta às exibições de excelência. 

Voa miúdo, acredita, mereces estar no sítio certo, no projeto certo, e sobretudo num clube onde não exista medo do teu talento.  

Se pensarmos sobre as inseguranças, sobre a capacidade ou visão na gestão de talentos, talvez não existissem jogadores como Ronaldo e Messi, que foram, sempre, por onde passaram, maiores que os treinadores e os próprios clubes. 

domingo, maio 28, 2023

3 Erros do travão aos Golden Visa e ao AL em Portugal

 

Foi anunciado a 30 de março de 2023, o fim dos Golden Visa e restrições ao alojamento local, como medidas cruciais para solucionar a pressão habitacional e travar o escalar dos preços das rendas e das casas. 


Passados três meses, o anúncio que não foi mais do que um artifício inábil, até porque ainda não entrou em vigor,  e são já incomensuráveis  as perdas e não verificou-se qualquer efeito positivo, senão vejamos: 

  1. PERDEU O PAÍS
  2. Só no turismo habitacional, e segundo dados da Associação e Turismo Residencial e Resorts, a economia portuguesa perdeu 4,8 mil milhões de euros, por via do cancelamento de 800 milhões de investimento em turismo habitacional, o que representa 500 milhões de impostos e 2090 empregos criados. 

  3. TIMMING ERRADO                                              Quando o país e os portugueses sofrem por via de uma guerra que atrofiou a economia, com a inflação incomportável  e o consequente aumento das taxas de juro, o governo adotou por ser um elemento desestabilizador gerando  incertezas. E o momento não ajuda porque, por via da atual conjuntura, não é crível grande capacidade de investimento em habitação, sobretudo nas grandes cidades, pelas famílias portuguesas.                                             
  4. ERRO DE COESÃO TERRITORIAL  
  5. Hoje ninguém tem dúvidas dos efeitos das “exportações” no setor imobiliário e do turismo. É claro que contribuiu para a pressão habitacional, em particular nas grandes cidades, mas, não podemos esquecer que Portugal desenvolve-se a duas velocidades. Por um lado impera a pressão habitacional nos centros urbanos,  por outro assiste-se à desertificação rural. 


Pior do que o rumo errado é não existir um rumo, assim é Portugal: 

-Os bichos papão de hoje, foram os investidores que tanto se desejou. 

-Precisa de desenvolvimento mas satura-se da sua existência. 

-Queixa-se da “sobrevivência” do Estado e futuro dos serviços e apoios sociais, mas enxota-se aqueles que podem gerar riqueza, pagar impostos, contratar serviços e criar empregos. 

-Anuncia-se antes de estudar e planear. 

-Extinguem-se programas, sem antes pensar em alternativas de captação de investimento. 


É este o país de Camões, que teve mais ousadia em lançar-se nos mares nunca antes navegados, e que hoje alguns parecem querer fechar-se ao Mundo, carregando nos seus com taxas e taxinhas, papéis e papelinhos e oferecendo incertezas para todos os que, de fora, olham com potencial para Portugal. 


Posto estas vicissitudes, temos um país gerido ao “sabor do vento”. Trocas e baldrocas, e neste caso , no pacote de medidas que visam o Alojamento Local e os Golden visa, destruiu-se a confiança e há poucas perspetivas que se recupere destas medidas lesa pátria. 


Se Portugal já é rico e não precisa de investimento estrangeiro alguém que avise! 

E que não lhes dê a ideia de fechar o país ao turismo, um dos setores que mais contribui para a nossa economia, porque afinal podem chegar à conclusão que saturou o país e é nefasto. 


É preciso que se aponte ao investimento e que medidas alternativas sejam estudadas e viabilizadas por um desígnio maior- os portugueses. Portugal não é só Lisboa e Porto, as “lentes” dos decisores tem de ver mais além, e saber usar as dificuldades/ oportunidades para desenvolver o país como um todo. 

quarta-feira, maio 24, 2023

Um Reino que definha

No passado dia 6 de maio, o mundo assistiu à coroação do Rei Carlos III, numa monarquia tradicional,  onde ainda perpetuam os rituais e a tradição ancestral. Pese embora tenha sido um momento histórico, de mobilização do Reino Unido e das mais variadas representações dos países, a verdade é que constatam-se diversos sinais:

Carlos III não é um rei carismático

O Rei não tem a simpatia de sua mãe, nem tão pouco a admiração da generalidade dos britânicos. Carlos III pautou a sua vida por muitas polémicas, sobretudo relacionadas com os enredos em torno da Princesa Diana e Camila, agora rainha, mas, também, por ser um homem cinzento, misterioso e sem "expressão". As monarquias vivem, e muito da imagem, Carlos não a tem!

Carlos não é o rei para este tempo

Vale sempre mais ser genuíno do que forçar o que não seja natural, foi o que optou o Rei Carlos na sua coroação, não inventou e preferiu seguir os cânones tradicionais. 

Seja como for, Carlos perdeu a oportunidade de acompanhar os tempos, de demonstrar que embora o Reino Unido tenha monarquia e um Rei, Carlos podia mostrar que é mais um do seu Povo. Não o fez, não tem capacidade nem estilo para mudar. Quando ao seu reinado, uma coisa é certa: não haverá surpresas, pelo menos que partam da sua iniciativa, é pena! 

Camila nunca será Rainha no coração dos britânicos

Coroar Camila foi um erro, melhor dizendo, foi o aprofundar de um fosso entre o Rei Carlos III e os seus concidadãs. Não é querida, não tem carisma, não tem uma única expressão cativante, nem se esforça para ser e ter. Carlos realizou um sonho da sua mulher, mas nunca um desejo dos britânicos e tem um custo. Seja como for a princesa Diana será para sempre uma sombra à Rainha consorte. 

Filhos e enteados 

Embora Harry tivesse tomado um caminho diferente no reinado inglês, a verdade é que o Rei tinha a obrigação de agir diferente, assegurando a inexistência de qualquer descriminação. Na verdade quem lidera, ou sobretudo quem é pai, tem de estar acima, tem de saber unir, congregar. Carlos não o fez e esteve muito mal, inclusive abrindo espaço para mais clivagens, completamente dispensáveis, no seio da família real.

Posto isto, o que vale é que os britânicos são conservadores, e a rogo da sua história, vão deixando perpetuar uma monarquia que definha.  Os novos tempos exigem atores atuais que possam agir, que possam ser o barómetro nos acontecimentos que abalam o poder político, como tem sido tanto e consequente no poder político inglês. O tempo dirá se Carlos estará a altura, mas os desafios atuais do Reino Unido são tantos quando a garra de um Rei é tão frágil e fragilizada.