No passado dia 28 de novembro, participei na abertura da Semana Cultural da Ilha e estive à conversa com o canal naminhaterratv, onde falamos essencialemnte sobre esta atividade que vai já na XXVII.ª edição e das eleições para os orgãos sociais da Casa do Povo da Ilha para o próximo quadriénio, fica aqui o registo:
segunda-feira, novembro 29, 2021
segunda-feira, agosto 23, 2021
quarta-feira, julho 21, 2021
Estiveram por nós!
A COVID-19 tornou a sociedade especialista em virologia, em pneumologia, em vacinação e em tantos outros conceitos. Fomos
bombardeados por informação, e toda ela deu-nos conhecimentos, embora superficiais,
sobre esses temas.
Todos nós, a certa altura, tememos muito o vírus e agimos irracionalmente
com medo do perigo que o mesmo sustenta. Mas também é verdade que o tempo nos
tem ensinado a viver com ele, a sequestrá-lo, a proteger-nos, com as medidas de
contenção, e a atacá-lo, com a vacinação. A luta continua, nesta guerra que
se deseja o Homem vencedor.
Por isso, num tempo em que a vida pública é cada vez mais
posta em causa, em que os rótulos sobrepõem às boas práticas, que felizmente
muitos ainda empenham no exercício das suas funções, nunca é demais lembrar as
Mulheres e os Homens que assumiram os destinos dos continentes, dos países e das
regiões, numa época de grande fragilidade. Esses nunca anteveriam Hercúlio
desígnio, mas, também, nunca pressagiariam tamanhas injustiças e tanta
incoerência derramada nas redes sociais, na comunicação social e na opinião pública,
de tantas e tantos que, no conforto do seu canto, acharam por bem disparar para
tudo e Todos, como se fossem donos da verdade e da razão, quando, naturalmente,
razão, verdade e conhecimento foi e serão sempre escassos.
Assistimos de tudo: apelo a
manifestações irresponsáveis, entrevistas a políticos, desumanas, que mais
pareciam julgamentos, questionar-se avulsamente as autoridades de saúde,
posições antagónicas, discursos de ódio, alguns deles até roçando o xenófobo. Todos,
exemplos que a sociedade deve abominar.
Embora o pensamento crítico e o debate sejam importantes, há
casos que são puros comportamentos infantis, de uma sociedade doente, que chama
atenção, mesmo que para isso tenha de fazer birra, para com aqueles que nos
tiveram na mão das suas decisões.
Embora ainda estejamos numa longa maratona sem meta à vista,
nunca esqueçamos- Somos Mulheres e Homens, dirigidos por políticos e autoridades
de saúde, que são também Mulheres e Homens. Politiquices e celeumas à parte, e
enquanto legítimos representantes, depositamos nessas Mulheres e Homens a
esperança em vencer as Pandemias que a COVID-19 originou.
segunda-feira, julho 12, 2021
EURO fora de horas
Apito final: Itália campeã do euro 2020, campeonato esse que, de 2020, só o nome, porque todos os jogos aconteceram em 2021.
Assim se vive o futebol pós-pandemia, atrasado no tempo, em múltiplos estádios, onde um dos finalistas foi beneficiado com a presença dos seus adeptos porque, quase sempre, jogou em casa - a Inglaterra - e que chegou à final. Não foi um modelo bem conseguido, aliás um formato a não repetir.
Uma vez mais o anfitrião perdeu em casa a final do Europeu de futebol. Neste campo tudo igual.
Portugal, uma vez mais, candidato a campeão, caiu aos pés de uma Bélgica nos 1/8 de final. A Bélgica que, por sua vez, não teve fôlego para passar dos 1/4.
Está aí o mundial, espera-se outra organização, outra dinâmica e pés assentes na terra para os eternos sonhadores.
sábado, julho 10, 2021
UMA PAUSA NOS TEMAS EM VOGA
O tema: a detenção de Luís Filipe Vieira.
Por uns dias esqueceu-se a COVID-19, as restrições de viagens e as suas consequências para o turismo, para dar lugar ao mediático caso “Cartão Vermelho”.
Foi tempo de tanto comentador ter o seu tempo de antena, e de ser notícia as refeições do arguido até às confabulações jurídicas.
Para bem do nosso país, que a justiça funcione, que apure factos e que trabalhe sem condicionamentos: sem atropelos, sem fúria da notícia em primeira mão e sem pressa - inimiga da verdade.
Entretanto, que os testes de antígeno e dos certificados digitais animem a agenda mediática deste Portugal
domingo, abril 04, 2021
domingo, novembro 22, 2020
TEMPOS DE INSEGURANÇA
O ano 2020 pregou uma partida a humanidade, e trouxe para o centro da agenda a INCERTEZA. Não apenas a incerteza da evolução, do progresso, mas sim a incerteza da própria vida.
Um ano que trouxe uma pandemia, que meteu as pessoas dentro de casa, com medo e ceifou vidas sem igual. Fragilizou a vida e colocou em suspense os sonhos, com gritantes consequências ao nível da economia e do trabalho.
Hoje não temos certezas de nada, e as pessoas em si estão inseguras e incertas, e essa condição resulta, a olhos vistos, em insegurança e violência atroz. Foi o que aconteceu ontem no Funchal, num tiroteio que tira a vida a uma pessoa em segundos.
Tantos outros casos haveriam para elucidar o clima em que vivemos, da relatividade, da insegurança e da frustração das pessoas, que precisam de um tratamento e de acompanhamento e que urge uma abordagem de saúde pública, também nesta área, sob pena que a sociedade se degrade ainda mais - insegurança, sem-abrigo e desumanidade.
Urge mais polícia na rua.
É necessária uma estratégia para a desumanidade dos sem-abrigo, que são cada vez mais e por toda a parte
Os circuitos das drogas devem ser minuciosamente estudados e desmantelados.
A apreensão armas ilegais deve ser um desígnio da segurança regional.
Devem ser tomadas todas as medidas de segurança para uma cidade turística e com qualidade de vida para aqueles que a habitam.
Vezes há em que não é tempo de meias medidas, nem de obstáculos antes de solucões. É hora agir, enquanto é tempo.
quarta-feira, setembro 30, 2020
terça-feira, fevereiro 11, 2020
Escola Agricola da Madeira
terça-feira, novembro 12, 2019
Palavras dirigidas no jantar festivo na Visita da Governadora
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| Governadoras de Portugal e Espanha |
quinta-feira, outubro 24, 2019
Falar de Rotary RTP Madeira
terça-feira, junho 25, 2019
sábado, junho 01, 2019
A FORÇA SILENCIOSA E ESCONDIDA DOS QUE NÃO VOTAM
Decididamente o povo anda longe da participação política, num dos mais elementares indicadores – o voto. Hoje, mais do que nunca, questiona-se a legitimidade dos eleitos e dos seus programas, porque refletem as escolhas de poucos, com consequências para a vida de todos.
Os crescentes níveis de abstenção nas eleições merecem uma profunda reflexão, em particular da classe política. Portugal também neste domínio bate recordes, e nas recentes eleições europeias, entre os 28 estados membros, o nosso país ficou na sexta posição dos abstencionistas. Apenas 31% dos cidadãos em condições de votar exerceram o seu direito. É curiosa esta constatação, em particular de um país, que à luz do contexto europeu, é sem dúvida um daqueles que muito tem beneficiado da integração na União Europeia.
Uma das principais questões após as eleições europeias é, o que está a falhar? E outras perguntas advêm: O porquê do alheamento da política? O porquê de uma Europa de Todos para os benefícios, e de poucos para a participação? Qual é a parte do discurso político que não passa? O porquê do descrédito da política?
Esta, e tantas outras questões, merecem que todos possamos refletir, do caminho que trilhamos e para onde vamos. Se de facto o direito universal de eleger e de ser eleito foi historicamente uma das maiores conquistas dos povos, o porquê de estarmos a desperdiçar essa conquista?
Se no pós-eleições muitos foram os partidos e movimentos que fizeram festa e que gritaram vitória, correto e devido, até porque em democracia quem tem mais votos é quem ganha, também neste pós-eleições ficou claro quem ganhou verdadeiramente as eleições foi a abstenção. Perderam todos: os políticos, as instituições e os cidadãos.
A todos sugere-se uma particular atenção à força silenciosa e escondida dos que não votaram. Exige-se que se prospetive o efeito de um movimento ou de um partido que possa chamar e catapultar novamente os eleitores adormecidos.
Seria desejável que todos viessem votar, que uma maioria alargada quisesse participar, sobretudo se viessem seduzidos por valores e princípios que contribuíssem para o respeito, a harmonia e o progresso do mundo como um todo. No entanto, não é bem o que tem vindo a acontecer e com significativo enfoque na Europa, o crescimento dos partidos de extrema direita, dos radicalismos e do voto a tudo o que não se parece com a política e com os políticos.
É tempo de reflexão, é tempo de avaliar as motivações, é tempo de repensar tudo de novo, mudar o que tiver de ser mudado, desmontar o Estado e as instituições sob pena de se ganhar eleições e perder os cidadãos e a sociedade. É tempo de agir, antes que seja tarde!Revista Madeira Digital
lapiseira1980.blogspot.com
sexta-feira, maio 10, 2019
LIMĀO FOI REI
A freguesia da ilha foi palco de mais uma edição da Exposição Regional do Limão no passado mês de abril, num cartaz, que há uns anos a esta parte, tem sido de absoluto sucesso e que premeia com afluência e visibilidade uma das localidades mais peculiares da nossa terra. A XVIII edição não foi exceção e pelo sucesso e excelência que demonstrou, merece que se destaque três referências:
Não foi só festa
A exposição do limão não se resumiu a um arraial com diversão e animação, foi também proposto um debate muito interessante que abordou o «O Valor do Limão Regional», o que resultou num avivar das potencialidades deste produto regional na saúde, para a investigação científica e nos seus variados usos na gastronomia. Foram disseminadas boas práticas, que podem e devem ser acarinhadas, para valorizar o produto e reconhecer o trabalho dos agricultores através da rentabilidade das suas produções.
A Madeira subiu à Ilha
Foi um absoluto sucesso a afluência de pessoas à Festa tendo sido agraciadas por um programa eclético e por uma exposição de limões que este ano contou com a participação de 600 expositores. A Ilha tem demonstrado que o que é regional é bom, também ao nível de animação, e se hoje são centenas os que se deslocam à ilha, muitos organizados em excursões, deve-se em grande parte à Festa do Despique, que desde a V Edição tem sido um dos maiores atrativos deste evento. Um bem-haja àqueles que contribuem para valorizar o nosso património imaterial e a identidade do nosso povo.
O empenho das forças vivas
Organizações como esta, fazem-se de pessoas, fazem-se de sinergias e, neste particular, foi notório o empenho de todos. Ficou demonstrado de que as forças vivas, nomeadamente entidades públicas e privadas e as pessoas da Ilha fizeram a diferença, merecendo um apreço especial aqueles que, por orgulho à sua terra, oferecem o seu tempo e que se colocam ao serviço deste certame, no palco, nos bastidores ou nos terrenos agrícolas, tornando todos os dias a Ilha com mais encanto e atratividade.
Quando se fala em desertificação, quando se fala em abandono das zonas rurais, quando se debate o contributo de sinergias locais diferenciadoras, sem dúvida que a Ilha e a evolução deste certame, são exemplos de que é possível projetar as localidades e que é possível alertar para o potencial dos pequenos territórios rurais que são o tesouro da nossa Madeira.
E porque ainda estamos a um ano de mais uma edição, e porque o sucesso só se comprova participando, fica um convite antecipada para visitarem o coração da nossa Laurissilva ao longo deste ano, e em particular participarem em mais uma Exposição do Limão, mantendo, assim, vivas as nossas tradições, usos e costumes.
Diário de freguesias
quinta-feira, maio 02, 2019
PARA ONDE CAMINHA A EUROPA?
Em vésperas de mais umas eleições europeias estão decididamente em agenda o futuro do projeto europeu e as novas tendências políticas nos Estados Membros.
É ponto assente de que o projeto europeu foi a base política para a pacificação das relações entre os países e contribuiu decisivamente para o posicionamento económico em relação a outras economias mundiais. Por outro lado, já não é assim tao pacífico o entendimento sobre os contributos de cada país integrante para a União Europeia. Por mais argumentos que se possam trocar, paira a ideia de que há Estados que financiam e outros que são financiados pela Europa, sendo essas algumas das dicotomias que têm gerado movimentos a favor e contra a União Europeia.
O cerne das dúvidas sobre as vantagens e desvantagens do projeto Europeu passa sempre pela grande ambivalência que acompanha todo o seu percurso desde a sua criação até aos dias de hoje. Primeiro na adesão de novos membros e, mais recentemente, com o caso mais evidente de clivagem denominado Brexit. Embora materializando-se a saída do Reino Unido, será interessante acompanhar os resultados dessa decisão e se porventura perante essa evidência poderá ou não provocar outros movimentos no seio de outros países que integram a Europa.
Paralelamente, há outro fator que poderá exigir a médio prazo um novo desenho europeu, que tem que ver com as forças políticas de extrema-direita estarem a ganhar preponderância em diversos países. Já são só quatro países Europeus que ainda não têm representação parlamentar de partidos de extrema-direita. Neste momento, só não existe representatividade de forças de extrema-direita nos parlamentos de Portugal, Irlanda, Luxemburgo e Malta.
O terreno ganho pelas forças extremas já não é uma questão de menos ou acessória, é um sinal de que os partidos tradicionais não oferecem matrizes ideológicas definidas, podendo-se até querer dizer que estamos perante uma crise de ideologias.
O que existe, na visão dos cidadãos, é uma mera “caça” ao voto, e a descrença nas forças tradicionais para governar os países, o que faz com que surjam movimentos políticos que voltem a posicionar causas e valores, mesmo que questionáveis, na esfera das escolhas dos cidadãos.
Estamos, de facto, prestes a participar em mais umas eleições europeias, onde persistem as dúvidas de sempre do projeto europeu, onde o cidadão comum continua a ver de longe uma máquina pesada, distante, burocrática e pouco ligada às realidades dos países e das regiões.
Politicamente, prevê-se um novo ciclo na Europa, até porque estima-se que a extrema-direita reforce a sua posição no parlamento europeu, perspetivando-se até que venha a ser a terceira força política.
Perante tudo isso, mais do que as guerrilhas políticas nacionais, o grande desafio será o de sensibilizar os Cidadãos Europeus para a importância da Europa, para a materialização das políticas para a coesão económica, territorial e social e de sensibilizar para os perigos da fragilidade do projeto europeu a rogo da demagogia da extrema-direita.
lApiseira1980.blogspot.pt
quinta-feira, abril 04, 2019
BREXIT CAOS

terça-feira, março 12, 2019
SOS VENEZUELA! VAMOS FICAR A ASSISTIR?
Basta de atrocidades.
Chegam de notícias que fazem chorar o mundo.
Bastam de apagões.
Basta de fome.
Basta de pessoas a morrer sem auxílio médico.
Basta de perseguições políticas.
Basta de condicionar entradas e saídas do País.
Basta em se resistir à entrada de apoio humanitário.
Basta de desrespeitar a vontade do Povo.
Basta de pagar os inocentes com Medo.
Enquanto se deixar um regime déspota à mercê, pessoas perdem as suas coisas, são goradas as esperança sofrem e morrem.
E mesmo assim ninguém faz nada?
segunda-feira, fevereiro 18, 2019
E se a máscara dourada levar Portugal à Eurovisão?
A proposta musical é definitivamente uma das mais bem posicionadas, e foi bem demonstrativo na primeira semi-final em Portugal ao ter sido escolhida pelo público com a pontuação máxima.
Conan Osiris é um sucesso em Portugal. Mais ou menos apreciado, a sua performance e estilo musical, não deixam ninguém indiferente e “Telemóveis” é já viral no YouTube, com mais de 1 milhão e 600 mil visualizações.
quinta-feira, janeiro 24, 2019
QUEM ENTENDE O PCP?
Haja decoro do PCP que passa o tempo a falar de Direitos. Afinal os direitos humanos dos Venezuelanos não são tidos em conta?
Mais do que a politiquice, as ideologias e o fundamentalismo o que a Venezuela precisa é que o povo seja chamado a se pronunciar livremente sobre o seu futuro e do seu País.
quarta-feira, janeiro 23, 2019
CASA DE REALIZAÇÕES
O que fica? Ficam as lembranças que fazem sorrir. Fica o melhor, o que foi feito, a felicidade a cada novo projeto, a cada novo evento e o sorriso de agradecimento no rosto daqueles que souberam sempre reconhecer - estimulando, somando, participando, estando sempre quando foi preciso.
Hoje felizmente continua, e há-de continuar enquanto a determinação pelas causas daquela terra forem sempre acolhidas. Será sempre o quisermos fazer dela, do seu legado destes 28 anos passados, e será tudo o que sonharmos e tudo o que for feito para realizar esses sonhos.










