domingo, abril 04, 2021
domingo, novembro 22, 2020
TEMPOS DE INSEGURANÇA
O ano 2020 pregou uma partida a humanidade, e trouxe para o centro da agenda a INCERTEZA. Não apenas a incerteza da evolução, do progresso, mas sim a incerteza da própria vida.
Um ano que trouxe uma pandemia, que meteu as pessoas dentro de casa, com medo e ceifou vidas sem igual. Fragilizou a vida e colocou em suspense os sonhos, com gritantes consequências ao nível da economia e do trabalho.
Hoje não temos certezas de nada, e as pessoas em si estão inseguras e incertas, e essa condição resulta, a olhos vistos, em insegurança e violência atroz. Foi o que aconteceu ontem no Funchal, num tiroteio que tira a vida a uma pessoa em segundos.
Tantos outros casos haveriam para elucidar o clima em que vivemos, da relatividade, da insegurança e da frustração das pessoas, que precisam de um tratamento e de acompanhamento e que urge uma abordagem de saúde pública, também nesta área, sob pena que a sociedade se degrade ainda mais - insegurança, sem-abrigo e desumanidade.
Urge mais polícia na rua.
É necessária uma estratégia para a desumanidade dos sem-abrigo, que são cada vez mais e por toda a parte
Os circuitos das drogas devem ser minuciosamente estudados e desmantelados.
A apreensão armas ilegais deve ser um desígnio da segurança regional.
Devem ser tomadas todas as medidas de segurança para uma cidade turística e com qualidade de vida para aqueles que a habitam.
Vezes há em que não é tempo de meias medidas, nem de obstáculos antes de solucões. É hora agir, enquanto é tempo.
quarta-feira, setembro 30, 2020
terça-feira, fevereiro 11, 2020
Escola Agricola da Madeira
terça-feira, novembro 12, 2019
Palavras dirigidas no jantar festivo na Visita da Governadora
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| Governadoras de Portugal e Espanha |
quinta-feira, outubro 24, 2019
Falar de Rotary RTP Madeira
terça-feira, junho 25, 2019
sábado, junho 01, 2019
A FORÇA SILENCIOSA E ESCONDIDA DOS QUE NÃO VOTAM
Decididamente o povo anda longe da participação política, num dos mais elementares indicadores – o voto. Hoje, mais do que nunca, questiona-se a legitimidade dos eleitos e dos seus programas, porque refletem as escolhas de poucos, com consequências para a vida de todos.
Os crescentes níveis de abstenção nas eleições merecem uma profunda reflexão, em particular da classe política. Portugal também neste domínio bate recordes, e nas recentes eleições europeias, entre os 28 estados membros, o nosso país ficou na sexta posição dos abstencionistas. Apenas 31% dos cidadãos em condições de votar exerceram o seu direito. É curiosa esta constatação, em particular de um país, que à luz do contexto europeu, é sem dúvida um daqueles que muito tem beneficiado da integração na União Europeia.
Uma das principais questões após as eleições europeias é, o que está a falhar? E outras perguntas advêm: O porquê do alheamento da política? O porquê de uma Europa de Todos para os benefícios, e de poucos para a participação? Qual é a parte do discurso político que não passa? O porquê do descrédito da política?
Esta, e tantas outras questões, merecem que todos possamos refletir, do caminho que trilhamos e para onde vamos. Se de facto o direito universal de eleger e de ser eleito foi historicamente uma das maiores conquistas dos povos, o porquê de estarmos a desperdiçar essa conquista?
Se no pós-eleições muitos foram os partidos e movimentos que fizeram festa e que gritaram vitória, correto e devido, até porque em democracia quem tem mais votos é quem ganha, também neste pós-eleições ficou claro quem ganhou verdadeiramente as eleições foi a abstenção. Perderam todos: os políticos, as instituições e os cidadãos.
A todos sugere-se uma particular atenção à força silenciosa e escondida dos que não votaram. Exige-se que se prospetive o efeito de um movimento ou de um partido que possa chamar e catapultar novamente os eleitores adormecidos.
Seria desejável que todos viessem votar, que uma maioria alargada quisesse participar, sobretudo se viessem seduzidos por valores e princípios que contribuíssem para o respeito, a harmonia e o progresso do mundo como um todo. No entanto, não é bem o que tem vindo a acontecer e com significativo enfoque na Europa, o crescimento dos partidos de extrema direita, dos radicalismos e do voto a tudo o que não se parece com a política e com os políticos.
É tempo de reflexão, é tempo de avaliar as motivações, é tempo de repensar tudo de novo, mudar o que tiver de ser mudado, desmontar o Estado e as instituições sob pena de se ganhar eleições e perder os cidadãos e a sociedade. É tempo de agir, antes que seja tarde!Revista Madeira Digital
lapiseira1980.blogspot.com
sexta-feira, maio 10, 2019
LIMĀO FOI REI
A freguesia da ilha foi palco de mais uma edição da Exposição Regional do Limão no passado mês de abril, num cartaz, que há uns anos a esta parte, tem sido de absoluto sucesso e que premeia com afluência e visibilidade uma das localidades mais peculiares da nossa terra. A XVIII edição não foi exceção e pelo sucesso e excelência que demonstrou, merece que se destaque três referências:
Não foi só festa
A exposição do limão não se resumiu a um arraial com diversão e animação, foi também proposto um debate muito interessante que abordou o «O Valor do Limão Regional», o que resultou num avivar das potencialidades deste produto regional na saúde, para a investigação científica e nos seus variados usos na gastronomia. Foram disseminadas boas práticas, que podem e devem ser acarinhadas, para valorizar o produto e reconhecer o trabalho dos agricultores através da rentabilidade das suas produções.
A Madeira subiu à Ilha
Foi um absoluto sucesso a afluência de pessoas à Festa tendo sido agraciadas por um programa eclético e por uma exposição de limões que este ano contou com a participação de 600 expositores. A Ilha tem demonstrado que o que é regional é bom, também ao nível de animação, e se hoje são centenas os que se deslocam à ilha, muitos organizados em excursões, deve-se em grande parte à Festa do Despique, que desde a V Edição tem sido um dos maiores atrativos deste evento. Um bem-haja àqueles que contribuem para valorizar o nosso património imaterial e a identidade do nosso povo.
O empenho das forças vivas
Organizações como esta, fazem-se de pessoas, fazem-se de sinergias e, neste particular, foi notório o empenho de todos. Ficou demonstrado de que as forças vivas, nomeadamente entidades públicas e privadas e as pessoas da Ilha fizeram a diferença, merecendo um apreço especial aqueles que, por orgulho à sua terra, oferecem o seu tempo e que se colocam ao serviço deste certame, no palco, nos bastidores ou nos terrenos agrícolas, tornando todos os dias a Ilha com mais encanto e atratividade.
Quando se fala em desertificação, quando se fala em abandono das zonas rurais, quando se debate o contributo de sinergias locais diferenciadoras, sem dúvida que a Ilha e a evolução deste certame, são exemplos de que é possível projetar as localidades e que é possível alertar para o potencial dos pequenos territórios rurais que são o tesouro da nossa Madeira.
E porque ainda estamos a um ano de mais uma edição, e porque o sucesso só se comprova participando, fica um convite antecipada para visitarem o coração da nossa Laurissilva ao longo deste ano, e em particular participarem em mais uma Exposição do Limão, mantendo, assim, vivas as nossas tradições, usos e costumes.
Diário de freguesias
quinta-feira, maio 02, 2019
PARA ONDE CAMINHA A EUROPA?
Em vésperas de mais umas eleições europeias estão decididamente em agenda o futuro do projeto europeu e as novas tendências políticas nos Estados Membros.
É ponto assente de que o projeto europeu foi a base política para a pacificação das relações entre os países e contribuiu decisivamente para o posicionamento económico em relação a outras economias mundiais. Por outro lado, já não é assim tao pacífico o entendimento sobre os contributos de cada país integrante para a União Europeia. Por mais argumentos que se possam trocar, paira a ideia de que há Estados que financiam e outros que são financiados pela Europa, sendo essas algumas das dicotomias que têm gerado movimentos a favor e contra a União Europeia.
O cerne das dúvidas sobre as vantagens e desvantagens do projeto Europeu passa sempre pela grande ambivalência que acompanha todo o seu percurso desde a sua criação até aos dias de hoje. Primeiro na adesão de novos membros e, mais recentemente, com o caso mais evidente de clivagem denominado Brexit. Embora materializando-se a saída do Reino Unido, será interessante acompanhar os resultados dessa decisão e se porventura perante essa evidência poderá ou não provocar outros movimentos no seio de outros países que integram a Europa.
Paralelamente, há outro fator que poderá exigir a médio prazo um novo desenho europeu, que tem que ver com as forças políticas de extrema-direita estarem a ganhar preponderância em diversos países. Já são só quatro países Europeus que ainda não têm representação parlamentar de partidos de extrema-direita. Neste momento, só não existe representatividade de forças de extrema-direita nos parlamentos de Portugal, Irlanda, Luxemburgo e Malta.
O terreno ganho pelas forças extremas já não é uma questão de menos ou acessória, é um sinal de que os partidos tradicionais não oferecem matrizes ideológicas definidas, podendo-se até querer dizer que estamos perante uma crise de ideologias.
O que existe, na visão dos cidadãos, é uma mera “caça” ao voto, e a descrença nas forças tradicionais para governar os países, o que faz com que surjam movimentos políticos que voltem a posicionar causas e valores, mesmo que questionáveis, na esfera das escolhas dos cidadãos.
Estamos, de facto, prestes a participar em mais umas eleições europeias, onde persistem as dúvidas de sempre do projeto europeu, onde o cidadão comum continua a ver de longe uma máquina pesada, distante, burocrática e pouco ligada às realidades dos países e das regiões.
Politicamente, prevê-se um novo ciclo na Europa, até porque estima-se que a extrema-direita reforce a sua posição no parlamento europeu, perspetivando-se até que venha a ser a terceira força política.
Perante tudo isso, mais do que as guerrilhas políticas nacionais, o grande desafio será o de sensibilizar os Cidadãos Europeus para a importância da Europa, para a materialização das políticas para a coesão económica, territorial e social e de sensibilizar para os perigos da fragilidade do projeto europeu a rogo da demagogia da extrema-direita.
lApiseira1980.blogspot.pt
quinta-feira, abril 04, 2019
BREXIT CAOS

terça-feira, março 12, 2019
SOS VENEZUELA! VAMOS FICAR A ASSISTIR?
Basta de atrocidades.
Chegam de notícias que fazem chorar o mundo.
Bastam de apagões.
Basta de fome.
Basta de pessoas a morrer sem auxílio médico.
Basta de perseguições políticas.
Basta de condicionar entradas e saídas do País.
Basta em se resistir à entrada de apoio humanitário.
Basta de desrespeitar a vontade do Povo.
Basta de pagar os inocentes com Medo.
Enquanto se deixar um regime déspota à mercê, pessoas perdem as suas coisas, são goradas as esperança sofrem e morrem.
E mesmo assim ninguém faz nada?
segunda-feira, fevereiro 18, 2019
E se a máscara dourada levar Portugal à Eurovisão?
A proposta musical é definitivamente uma das mais bem posicionadas, e foi bem demonstrativo na primeira semi-final em Portugal ao ter sido escolhida pelo público com a pontuação máxima.
Conan Osiris é um sucesso em Portugal. Mais ou menos apreciado, a sua performance e estilo musical, não deixam ninguém indiferente e “Telemóveis” é já viral no YouTube, com mais de 1 milhão e 600 mil visualizações.
quinta-feira, janeiro 24, 2019
QUEM ENTENDE O PCP?
Haja decoro do PCP que passa o tempo a falar de Direitos. Afinal os direitos humanos dos Venezuelanos não são tidos em conta?
Mais do que a politiquice, as ideologias e o fundamentalismo o que a Venezuela precisa é que o povo seja chamado a se pronunciar livremente sobre o seu futuro e do seu País.
quarta-feira, janeiro 23, 2019
CASA DE REALIZAÇÕES
O que fica? Ficam as lembranças que fazem sorrir. Fica o melhor, o que foi feito, a felicidade a cada novo projeto, a cada novo evento e o sorriso de agradecimento no rosto daqueles que souberam sempre reconhecer - estimulando, somando, participando, estando sempre quando foi preciso.
Hoje felizmente continua, e há-de continuar enquanto a determinação pelas causas daquela terra forem sempre acolhidas. Será sempre o quisermos fazer dela, do seu legado destes 28 anos passados, e será tudo o que sonharmos e tudo o que for feito para realizar esses sonhos.









