O Congresso Nacional do PSD que ontem terminou foi um
congresso amorfo. O novo processo de eleição directa do líder do partido faz com
que os congressos representem o cumprimento de uma formalidade, no entanto identifiquei cinco momentos, designadamente:
1.
Desilusão
– Discurso de abertura do Presidente do PSD Nacional
O Dr. Passos
Coelho começou mal ao dirigir as primeiras palavras ao colega da coligação, Paulo
Portas, num congresso partidário do seu partido, e ao ter um discurso com registo parlamentar.
Expectava-se um discurso para o partido e para as questões que foram
amplamente debatidas no ante-congresso.
2.
Discurso
- Dr. Alberto João Jardim
Para um
congresso que definiu como slogan um partido de causas, o discurso do
Presidente do PSD Madeira foi dos poucos que abordou ideias e verdadeiras
causas para o PSD e para Portugal. A apresentação da proposta madeirense registou
a atenção de todo o congresso e ficou marcada por um discurso profícuo em
ideias e reflexões, dirigido a diversas sensibilidades no PSD. Um apelo PSD.
3.
Estrutura
- JSD
A estrutura de
juventude do PSD afirmou-se neste congresso pelas ideias, pelos discursos do
seu líder, Duarte Marques, e pela conquista de 12 lugares no Conselho Nacional.
Uma JSD de referência, conquistou e mereceu a confiança de muitos congressistas.
Um sinal mais, é importante seguir os quadros desta JSD.
4.
Figura
- Jorge Moreira da Silva
Este jovem
quadro do PSD e ex-líder da JSD ganha grande preponderância neste congresso.
Nas suas mãos fica a voz e o destino do PSD, na sua pessoa poderá ficar o futuro do
partido e do País nas próximas décadas.
5.
Esperança - Discurso de Encerramento
O Dr. Passos Coelho,
ao contrário da intervenção institucional que havia feito na abertura começa a
justificar os esforços dos portugueses e aponta o caminho à recuperação da
economia e da credibilidade do País.




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