segunda-feira, março 26, 2012

5 Notas sobre o XXXIV Nacional do PSD


O Congresso Nacional do PSD que ontem terminou foi um congresso amorfo. O novo processo de eleição directa do líder do partido faz com que os congressos representem o cumprimento de uma formalidade, no entanto identifiquei cinco momentos, designadamente: 

1.       Desilusão – Discurso de abertura do Presidente do PSD Nacional
O Dr. Passos Coelho começou mal ao dirigir as primeiras palavras ao colega da coligação, Paulo Portas, num congresso partidário do seu partido, e ao ter um discurso com registo parlamentar. Expectava-se um discurso para o partido e para as questões que foram amplamente debatidas no ante-congresso.


2.       Discurso - Dr. Alberto João Jardim
Para um congresso que definiu como slogan um partido de causas, o discurso do Presidente do PSD Madeira foi dos poucos que abordou ideias e verdadeiras causas para o PSD e para Portugal. A apresentação da proposta madeirense registou a atenção de todo o congresso e ficou marcada por um discurso profícuo em ideias e reflexões, dirigido a diversas sensibilidades no PSD. Um apelo PSD. 


3.       Estrutura - JSD
A estrutura de juventude do PSD afirmou-se neste congresso pelas ideias, pelos discursos do seu líder, Duarte Marques, e pela conquista de 12 lugares no Conselho Nacional. Uma JSD de referência, conquistou e mereceu a confiança de muitos congressistas. Um sinal mais, é importante seguir os quadros desta JSD.

4.       Figura - Jorge Moreira da Silva
Este jovem quadro do PSD e ex-líder da JSD ganha grande preponderância neste congresso. Nas suas mãos fica a voz e o destino do PSD, na sua pessoa poderá ficar o futuro do partido e do País nas próximas décadas. 
 

5.       Esperança - Discurso de Encerramento
O Dr. Passos Coelho, ao contrário da intervenção institucional que havia feito na abertura começa a justificar os esforços dos portugueses e aponta o caminho à recuperação da economia e da credibilidade do País.  

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