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segunda-feira, março 02, 2015

MADEIRA 14-20- Janela de oportunidades



Foi apresentado na passada sexta, dia 27 de Fevereiro de 2015, o programa operacional da Região Autónoma da Madeira, Madeira 14-20, que perspectiva os apoios comunitários até 2020. 

São vários os mecanismos financeiros que apelam à iniciativa publica e privada e que poderão contribuir decisivamente para uma nova fase na economia da Madeira,  com consequências positivas, nomeadamente para uma sociedade empreendedora e inclusiva. 

São vários os indicadores que apontam para novas oportunidades, que incidem sobretudo em 5 vectores:
  • inovação, desenvolvimento tecnológico e energia
  • Formação de Competências
  • Sustentabilidade ambiental e coesão territorial
  • Coesão Social
  • Competitividade e internacionalização. 
Como notas positivas destaco o reforço dos apoios à promoção do emprego, a aposta na inclusão social e no combate à pobreza, o incentivo à utilização das novas tecnologias e o acesso às medidas por parte das entidades colectivas sem fins lucrativos. 

Porque há sempre uma veia empreendedora em todos nós, nunca é demais uma leitura atenta no documento que materializa apoios concretos. Por cada medida percorrida na leitura do documento há uma nova ideia que surge. Por cada página página do documento cresce a vontade de dar consequência a sonhos e a projetos.

Fica aqui o link do documento que recomendo vivamente: 
 http://www.idr.gov-madeira.pt/portal/Upload/Anexos/POR_RAM_14-20.pdf

terça-feira, fevereiro 10, 2015

POR SANTANA DENTRO

SOA O ALARME DA DESERTIFICAÇÃO

O Concelho de Santana tem vindo a perder habitantes e são urgentes medidas para que se inverta a tendência de desertificação. Os dados do INE, sobre os nascimentos no Concelho de Santana, comprovam a tendência e os motivos para alarme, senão vejamos:
      Em  2008- 61 nascimentos;
      Em 2010 - 52 nascimentos;
      Em 2013- 36 nascimentos. 

Hoje foi tornado público, através do Diário de Notícias, que a Câmara Municipal pretende implementar um subsídio de apoio à natalidade, durante os três primeiros anos de vida da criança, que totalizará os 3600€. Esta medida é uma ajuda mas não é suficiente. Ninguém minimamente responsável irá ter crianças a pensar no subsídio de 100€.

São urgentes políticas transversais que tenham efeitos concretos no dia a dia das famílias, nomeadamente nos custos dos infantários e da educação em geral, reforma do sistema de abonos de família, nos benefícios fiscais aos jovens casais que optem por viver no Concelho, entre muitas outras medidas. 
Mas a trave mestra da fixação de jovens casais e o subsequente aumento da natalidade depende e muito da economia local. São necessárias políticas que incentivem à economia, que promovam a criação de empresas. As empresas não podem continuar a viver asfixiadas  pela carga de impostos exagerada, antes pelo contrário deverão ser incentivadas a investir e a criar emprego. 
O turismo, a agricultura e as potencialidades de serra e de mar são a saída para um Concelho que não inverterá uma tendência catastrófica apenas com o recurso aos subsídios!