SOA O ALARME DA DESERTIFICAÇÃO
O Concelho de Santana tem vindo a perder habitantes e são urgentes medidas para que se inverta a tendência de desertificação. Os dados do INE, sobre os nascimentos no Concelho de Santana, comprovam a tendência e os motivos para alarme, senão vejamos:
O Concelho de Santana tem vindo a perder habitantes e são urgentes medidas para que se inverta a tendência de desertificação. Os dados do INE, sobre os nascimentos no Concelho de Santana, comprovam a tendência e os motivos para alarme, senão vejamos:
Em 2008- 61 nascimentos;
Em 2010 - 52 nascimentos;
Em 2013- 36 nascimentos.
Hoje foi tornado público, através do Diário de Notícias, que a Câmara Municipal pretende implementar um subsídio de apoio à natalidade, durante os três primeiros anos de vida da criança, que totalizará os 3600€. Esta medida é uma ajuda mas não é suficiente. Ninguém minimamente responsável irá ter crianças a pensar no subsídio de 100€.
São urgentes políticas transversais que tenham efeitos concretos no dia a dia das famílias, nomeadamente nos custos dos infantários e da educação em geral, reforma do sistema de abonos de família, nos benefícios fiscais aos jovens casais que optem por viver no Concelho, entre muitas outras medidas.
Mas a trave mestra da fixação de jovens casais e o subsequente aumento da natalidade depende e muito da economia local. São necessárias políticas que incentivem à economia, que promovam a criação de empresas. As empresas não podem continuar a viver asfixiadas pela carga de impostos exagerada, antes pelo contrário deverão ser incentivadas a investir e a criar emprego.
O turismo, a agricultura e as potencialidades de serra e de mar são a saída para um Concelho que não inverterá uma tendência catastrófica apenas com o recurso aos subsídios!
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