quarta-feira, outubro 03, 2012

Projeto de Esperança

O momento delicado que se vive na Região, por via da conjuntura económica e social, não só pede que se tenha a capacidade de apresentar e executar novas ideias, como também precisa dos melhores para que, através do seu capital de experiência e de conhecimento, possam intervir junto das diferentes instâncias para reposicionar a Região Autónoma da Madeira na senda do progresso e do desenvolvimento. 
Dentro em breve os militantes do Partido Social Democrata da Madeira serão chamados a votar para os órgãos de direção sendo que, para além de ser uma escolha determinante para o partido, enquanto força maioritária, é crucial para o futuro da Região. 
Quando se fala em opções políticas, em especial nos dias que correm, constata-se o enfoque na necessidade de estabilidade como registo dominante nos mais variados planos, mundial, europeu ou nacional. No caso regional, a tendência não deverá ser outra, porque só com a estabilidade e a união é que será possível concretizar as mudanças necessárias. 
Mais do que nunca a Região precisa da vasta experiência do seu Presidente, Dr. Alberto João Jardim: O homem que liderou a Madeira, nos últimos trinta e seis anos, foi e continua a ser exemplo de persistência, de nunca atirar a “toalha” ao chão e de recusar a se vergar aos ditames que, sucessivamente, foram engrenados pela classe política centralista. Mais do que nunca, a resistência deverá ser palavra de ordem porque os ataques são ferozes e a Madeira não pode, de ânimo leve, fazer a vontade aos inimigos. O que esses pretendem é continuar a sugar os direitos conquistados e a “rasgar” os compromissos que o Estado deveria ter para com esta parcela portuguesa no atlântico. 
A discriminação e o atropelo político foram evidentes nas últimas eleições legislativas regionais em que todas as forças, nacionais e regionais, queriam derrubar um homem e um partido. Apesar da obsessão desses grupos e interesses, o PSD/Madeira conquistou uma maioria absoluta, uma das mais sofridas eleições da sua história, que só não teve outro desfecho porque envolveu ativamente muitos homens e mulheres de toda a Região que, com o apoio genuíno, leal e descomprometido recusaram que a Madeira fosse enxovalhada e que perdesse uma liderança aguerrida e defensora dos seus interesses. 
Os madeirenses, e sobretudo os social-democratas da Madeira, têm uma característica comum – a de saber escolher. As sucessivas escolhas foram garante da estabilidade e consolidaram a força e a melhor estratégia para vencer as adversidades e as dificuldades da nossa Região Autónoma. Desta feita não será diferente porque sabiamente os social-democratas, perante as ideias e as equipas apresentadas, farão o seu julgamento, sendo certo que avaliarão o quanto de positiva foi a atual liderança e do quanto o PSD e a Madeira ainda precisam da sua experiência e do seu capital político.
Todo e qualquer militante do PSD/Madeira sabe bem que há um claro reconhecimento da população pelo trabalho e obra do seu líder, da mesma forma que todo e qualquer cidadão sabe o quanto o carisma de Alberto João Jardim foi e continua a ser determinante para a Madeira seguir em frente. 
Na hora da decisão cabe a cada qual, em consciência, fazer o julgamento e afirmar a quem tem de agradecer e reconhecer, mas sobretudo em qual dos candidatos reside a confiança que ficará melhor entregue o partido e a Região. 
Porque é preciso esperança mas também porque é preciso fé nessa esperança, estou certo que os militantes não hesitarão a confiar o seu voto naquele que conseguiu traduzir as maiores dificuldades da Madeira em oportunidades. Eu acredito num projeto que não prometa apenas esperança, mas que realize a esperança para o bem da minha terra!
Publicado no Jornal da Madeira  - http://impresso.jornaldamadeira.pt/opiniao.php?Seccao=12&id=226955&sdata=2012-09-30

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