
O Partido Social Democrata escolhe o seu líder no próximo dia 26 de Março e dessa escolha, muito possivelmente sairá o novo Primeiro-Ministro de Portugal. Do leque de candidatos que se apresentam, considero que a melhor opção para o PSD é Paulo Rangel, daí, que em consciência e grande responsabilidade, aceitei ser Mandatário para a Juventude na Região Autónoma da Madeira.
Paulo Rangel, para além dos motivos e compromissos que assume para com o partido é o candidato que oferece melhores garantias ao país, e mais concretamente à Madeira, com um projecto político assente numa forte matriz social democrata e com profunda razoabilidade intelectual. Os alicerces e as vantagens do projecto de Rangel distanciam-se claramente dos outros candidatos à liderança do PSD, especialmente para os jovens, que nos dias de hoje enfrentam grandes dificuldades.
Daí que a escolha neste processo interno deve ter em conta qualidades e estratégias, que meu ponto de vista, centram-se em 4 pontos fundamentais.
1) PSD
O Partido Social Democrata precisa muito rapidamente de aplicar profundas alterações no seu modo de funcionamento, mas também nos “actores” que fazem do partido carreira, ou até mesmo dos ditos “barões” que estão sempre dispostos a opinar nos media, mas que nunca demonstram vontade de ir à luta e ajudar o seu partido. Paulo Rangel promete rasgar, promete trazer ao partido uma nova era e uma nova geração de políticos. E isso foi bem demonstrativa a forma como apresentou publicamente a sua candidatura, sem grande azáfama, decidiu e voluntariamente foi recebendo declarações de apoio, tal como o apoio que expresso a este projecto político. É uma nova forma de fazer política e de estar na política.
2) Experiência Eleitoral
O PSD é um partido de alternância governativa em Portugal, daí que o candidato ao PSD não só deve ganhar o partido mas ser capaz de ganhar e conquistar o País e os portugueses. Paulo Rangel é o único candidato que tem experiência eleitoral e que arrecadou uma importante vitória eleitoral nas Eleições Europeias, como cabeça de lista do PSD. Considero ainda neste aspecto errada a visão que o PSD venceu estas eleições por demérito dos adversários eleitorais, mas não esqueçamos que vencer o Partido Socialista com a estrutura, organização e força junto da comunicação social, resulta sempre de grande capacidade do PSD, mas sobretudo da idoneidade e competência de Rangel para mobilizar o partido e os seus eleitores para uma clara e expressiva vitória.
3) Autonomia
O processo autonómico das Regiões Autónomas, e particularmente da Região Autónoma da Madeira têm sido alvo de avanços e recuos, muito ao sabor dos líderes políticos do País. Os madeirenses estão cansados de líderes e responsáveis políticos, que quando na Madeira assumem uma postura autonomista e cooperante, mas que assim que descolam do Aeroporto da Madeira esquecem os princípios autonomistas que defenderam. A isto chama-se demagogia!
Daí que Paulo Rangel não precisa de discursar sobre autonomia quando o próprio tem provas dadas e posições tomadas sobre esta matéria e têm defendido uma autonomia das Regiões progressiva, e nesta matéria distancia-se claramente de todos os outros candidatos.
4) Juventude
Internamente Paulo Rangel sabe melhor do que ninguém o que é ter a Juventude como braço armado nas lutas e nas conquistas. Foi bem visível a importância que a juventude, e mais concretamente a JSD, tiveram no percurso das eleições europeias onde culminou com uma vitória histórica e imprevisível para o PSD. Não podemos divorciar esta vitória da juventude e a importância desta na estratégia programática e de campanha de Rangel.
Prova da importância da juventude é a onda de apoio e a vaga de esperança que muitos jovens têm criado em torno de Paulo Rangel, sem que para isso tenham estado em fileiras de outras experiências e de outras organizações. Paulo Rangel representa para a juventude uma visão reformista em áreas cruciais e que não tem obsessão de conquistar o poder pelo poder.
Os Jovens pedem actores políticos que ofereçam segurança.
Os jovens precisam de projectos políticos geradores de oportunidades.
Os jovens querem indicações sólidas sobre o futuro do País.
Os jovens exigem ferramentas que materializem os seus sonhos.
Rangel é capaz, e está na altura de corresponder aos anseios dos jovens da Madeira e de Portugal.
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