
O Chão da Lagoa representou mais um estrondoso sucesso e acima de tudo, a confiança e a força que pretendem transmitir a Alberto João Jardim e ao PPD/PSD Madeira.

Os discursos foram pautados pelas atrocidades do Governo da República à Região Autónoma da Madeira, que considera a Madeira outra realidade, e que discrimina e radicaliza as suas posições. Não entendem o principio da subsidiariedade e da unidade diferenciada nacional.
É pena o Governo Socialista ainda não se ter apercebido que desenvolver a Madeira é desenvolver Portugal no atlântico. Pois bem quando a cor partidária fala mais alto que os interesses do estado....
Foram 40000 ao planalto.... nem todos podem se orgulhar de juntar tanta gente...
A Festa contou com muitos madeirenses e com uma delegação da JSD Nacional. Para os que foram fica a recordação e a vontade de não perder mais nenhuma edição, para os que não foram um conselho a visitar a grande festa do povo madeirense e a força do PPD/PSD!
2 comentários:
Caro Sr. Trindade,
Vi com muita atenção as suas declarações à RTP-Madeira acerca do pagamento de uma taxa para passar nas levadas!
Diga-me uma coisa quando devemos incentivar os madeirenses a se mexer e a andar... e ao colocar taxas irá impedir os madeirenses de frequentar as levadas de passear e conhecer a sua ilha...
Se não estou em erro a UE pagou para o "arranjo" de algumas levadas, e as restantes os contribuintes pagam a sua manutenção... Na minha opinião essa taxa seria uma portagem injusta e injusticavel...
Peço que escreva um post acerca do pagamento de taxas nas levadas e a sua razão...
Os melhores cumprimentos
Com o devido respeito, parece que nem estivemos na mesma festa...
Como estreante nestas andanças de Chão da Lagoa, estive com muita atenção, do princípio ao fim.
Relativamente aos discursos, não percebi uma palavra do que disse o senhor Ramos, e pouco mais do que isso percebi da nova líder da JSD-M.
Quanto ao discurso do Dr. Alberto João Jardim, mais do mesmo, nada de novo. Estava na hora de arranjar um discurso novo, talvez lá no rectângulo alguém o levasse realmente a sério. Este tipo de discurso é para consumo interno.
O de Marques Mendes enfim... o homem andava em campanha e tinha que fazer um discurso em consonância com os demais, sob o risco de não lhe darem o apoio que ele pretendia (e que no final não lhe valeu de muito).
Curiosa a sua frase "Pois bem quando a cor partidária fala mais alto que os interesses do estado...."
Substitua 'do estado' por 'da região' e vai ver que a diferença não é muito grande...
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