A Politika em Portugal segue um trajecto que vem dificultar a vida a todos os portugueses.
Já há muito se fala que "o homem é um animal político", bem como que "a política é um jogo que o resultado é soma 0". Estou certo que da nossa política nacional o resultado tem vindo a ser não soma zero, mas sim soma negativa, porque os portugueses parecem verdadeiros construtores civis em que constroem num dia e destrõem noutro. É triste depararmo-nos com esta realidade, mas esta é a verdade pura e dura, isto porque ainda não cultivamos a ideia, que para ter é preciso trabalhar e que para colher é preciso semear.E a opção que os portugueses tem tido para escolher é se realmente querem crescer seguindo as pegadas dos países desenvolvidos e dos nossos pareceiros comunitários, ou se queremos ser sempre considerados o "parente pobre" ou "o triste dos mais fortes".
Sendo assim deparamo-nos com um cenário de eleições antecipadas, idealizado por um homem que defende que Portugal deve ser o "parente pobre". Não defende claramente, mas as suas decisões espelham essa opção, a opção do atraso e a opção do jogo dos partidos políticos, a opção do jogo das eleições e a opção do favorecimento.
Infelizmente o nosso país é um país de teóricos e em vez de debrucarmo-nos no progresso, desenvolvimento e na acção preferimos fazer eleições.
É claro que nem todos desejam eleições, nem todos querem Portugal na cauda da Europa ou em dificuldades económicas, mas o que vale as opiniões se esses que têm o poder de decisão, em vez de serem os melhores são os maiores.
Resta-nos portugueses decidir e entrar no jogo dos partidos e no jogo das eleições. Neste jogo temos claramente de optar entre um homem de coragem, com visão e com responsabilidade política, ou então escolher um indivíduo que passou a vida política na sombra das vacas gordas e na defensa da política do "porreirismo nacional".
Penso que tem massa crítica e quem tem minimamente a noção da realidade e do possível não exitará em decidir.
Julgo que a melhor opção para Portugal é sem dúvida enfrentarmos intocáveis, enfrentar os "ratos viciosos do sistema" e caminharmos para outro patamar na consciência que todos temos de trabalhar, todos temos de colaborar e de nos esforçar para que POrtugal possa ser brevemente um país da actual e não um país do passado "sem beira nem eira".
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