Começa amanhã mais uma época de exames finais nacionais de 12º ano e fez-me reavivar as recordações dos meus tempos.
Recordo-me como se fosse hoje a azafama para os exames nacionais, dos truques e das estratégias que seguíamos para melhor prepararmo-nos para a prova de fogo. A osmose, esse processo de difusão entre seres vivos, era tantas vezes lembrado nas longas horas de estudo. Não me esquece as gravações da matéria que usava para estudar/ouvir repetidamente no tão pequeno e vanguardista Walkman.
Recordo-me como se fosse hoje os juízos e os conselhos dos professores, alguns até com maus presságios para o desfecho dos exames.
Lembro-me do frenesim e da frieza que era prosseguido o processo dos exames nacionais: polícia à porta da escola, entrada na sala por chamada, bilhete de identidade e uma caneta sobre a mesa, folhas de ponto personalizadas, um silêncio ensurdecedor apenas intervalado por suspiros e pelos passos dos professores vigilantes, das dúvidas que tínhamos mas que nenhum professor arriscava a tirar, etc etc…
Foi de tudo e de tão pouco que marcou essa fase, a verdadeira hora da verdade: os exames, o estudo intensivo a despedida de colegas, de professores e da escola. Um misto de sentimentos que antecedia a uma revolução na vida de um estudante, em particular de alguém que estaria prestes a deixar uma pequenina terra para tirar a licença para aprender na capital, em Lisboa.
Em 1998, como se fosse hoje. Imagino quantos estudantes sentem o mesmo que senti nesses dias tão importantes de minha vida. Naquela altura, como hoje, aconselho aquele que foi e continua a ser o meu lema: Querer é poder!
Boa sorte a todos os estudantes e a todos os que com eles dão o suporte e força para a superar com distinção este desafio.
Recordo-me como se fosse hoje a azafama para os exames nacionais, dos truques e das estratégias que seguíamos para melhor prepararmo-nos para a prova de fogo. A osmose, esse processo de difusão entre seres vivos, era tantas vezes lembrado nas longas horas de estudo. Não me esquece as gravações da matéria que usava para estudar/ouvir repetidamente no tão pequeno e vanguardista Walkman.
Recordo-me como se fosse hoje os juízos e os conselhos dos professores, alguns até com maus presságios para o desfecho dos exames.
Lembro-me do frenesim e da frieza que era prosseguido o processo dos exames nacionais: polícia à porta da escola, entrada na sala por chamada, bilhete de identidade e uma caneta sobre a mesa, folhas de ponto personalizadas, um silêncio ensurdecedor apenas intervalado por suspiros e pelos passos dos professores vigilantes, das dúvidas que tínhamos mas que nenhum professor arriscava a tirar, etc etc…
Foi de tudo e de tão pouco que marcou essa fase, a verdadeira hora da verdade: os exames, o estudo intensivo a despedida de colegas, de professores e da escola. Um misto de sentimentos que antecedia a uma revolução na vida de um estudante, em particular de alguém que estaria prestes a deixar uma pequenina terra para tirar a licença para aprender na capital, em Lisboa.
Em 1998, como se fosse hoje. Imagino quantos estudantes sentem o mesmo que senti nesses dias tão importantes de minha vida. Naquela altura, como hoje, aconselho aquele que foi e continua a ser o meu lema: Querer é poder!
Boa sorte a todos os estudantes e a todos os que com eles dão o suporte e força para a superar com distinção este desafio.
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