sexta-feira, maio 29, 2015

Poder a quanto obrigas


O processo eleitoral da FIFA, que culminou hoje com a reeleição de Blatter, é um case study. 
O número de candidatos que assumiram a intenção de se candidatar, as desistências e todos os fatos em torno da instituição mais importante do futebol mundial é simplesmente caricato.
Para o bem da transparência, clareza e legitimidade dos dirigentes, e atendendo aos processos judiciais que estão em curso, a posição mais prudente teria sido o adiamento do processo eleitoral, para bem da FIFA, dos seus dirigentes e do Futebol. O que não foi o caso!

É caso para dizer: “Poder a quanto obrigas”.

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