
O processo eleitoral da FIFA, que culminou hoje com a reeleição de Blatter, é um case study.
O número de candidatos que assumiram a intenção de se candidatar, as desistências e todos os fatos em torno da instituição
mais importante do futebol mundial é simplesmente caricato.
Para o bem da transparência, clareza e legitimidade dos dirigentes, e
atendendo aos processos judiciais que estão em curso, a posição mais prudente teria sido o adiamento do processo eleitoral, para bem da FIFA, dos seus dirigentes
e do Futebol. O que não foi o caso!
É caso para dizer: “Poder a quanto obrigas”.
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