É com razão que se diz que «no mundo
global há lugar para a diferença». É precisamente o que está a acontecer à
Grécia. Discutível ou não a opção política do povo grego e dos seus legítimos representantes, a verdade é que a Europa vive
hoje com o coração na Grécia, porque o grito anti-sistema e anti-pensamento único financeiro tem eco por intermédio dos gregos. Há mesmo quem diga que são os governantes gregos são os representantes daqueles que se resignam às imposições das instâncias financeiras internacionais.
A voz e os alertas vindos daquele país do sul da Europa são ouvidos em todo o Mundo e, em particular, por toda a União Europa. Com
ou sem resultados, a verdade é que há uma voz diferente, atenta e que incomoda
no meio de um silêncio discordante que reinou anos e anos na Europa.
Por mais controvérsia que possam gerar todos têm uma posição entre o pensamento dominante europeu e a resistência.
Ninguém é indiferente e todos sabem onde fica e o que pensa a Grécia.

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