Em ano de duas eleições, regionais
e nacionais, os partidos políticos tradicionais têm de se debruçar, com muita
atenção, ao fenómeno de contestação, de liberdade e de mudança em torno das políticas
de austeridade e de contenção. Exemplos como os da Grécia, que contagiam os
europeus podem ter resquícios nos resultados eleitorais em Portugal.
Nunca é demais chamar a atenção
para este fenómeno para que se adequem as melhores estratégias de fazer face a esta
tendência de revolta contra o modelo financeiro europeu.
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