O verdadeiro teste aos partidos políticos na Região Autónoma da Madeira, é já no próximo dia 6 de Maio de 2006.
O CDS/PP Madeira para além de ser apenas conhecido pelo seu líder e um grupo de 5 ou 6 pessoas resume-se a uma direita desvirtuada e acima de tudo a um partido INIMIGO DA MADEIRA E DOS MADEIRENSES!
A Pré- Campanha do partido passa por denunciar obras inúteis. Ora vejamos lá que no passado dia 19 de Março, o CDS/PP da Madeira visitou a Freguesia da Ilha em Santana. Engraçado porque só conhece esta Freguesia e os problemas da mesma em períodos eleitorais!
Engraçado é porque quando vai a estas localidades tudo está mal... Onde está a moral deste partido que nas eleições autárquicas de 2005 nem candidato teve para esta freguesia? Onde está a legitimidade de defender ou reivindicar nesta Freguesia quando para a Câmara Municipal apenas teve 2 VOTOS?
Para além de ser um partido afastado dos eleitores e da Freguesia, surge como o verdadeiro defensor dos direitos, mas que optam por dizer que tudo está mal. Até esquecem do contributo de algumas infra-estruturas para o desenvolvimento local e para o subsequente desenvolvimento da população.
Dizem à boca cheia “É UMA OBRA INÚTIL”, porque para além de estar a disparatar estão completamente distantes e desconhecem a realidade do dia-a– dia do centro cívico.
Esquecem-se que no Centro Cívico contempla:
Casa do Povo
Junta de Freguesia
Clube Desportivo
Centro Social e Paroquial
Esquecem-se também que no CENTRO CÍVICO DA ILHA:
Funciona os Correios;
Contempla o Jardim de Infância;
Funciona a catequese;
Que as pessoas têm a possibilidade de frequentar cursos de formação económica, pessoal e profissional;
Que todos os dias os espaços são utilizados para a formação musical, teatral e de dança pelos jovens da Freguesia;
Que funciona o Espaço Net, espaço este que para alguns jovens e o único acesso à internet e o contacto com os meios informáticos para a prossecução das tarefas escolares;
Que os Agricultores têm apoio técnico através do técnico concelhio;
Promove-se o Voluntariado Juvenil;
Divulga-se e dá oportunidades culturais às pessoas da localidade, que de outra forma não teriam;
Que a Freguesia de outra forma nunca teria capacidade financeira para construir um Salão Paroquial e uma Casa Paroquial;
Que se pratica a modalidade do bilhar, tendo uma equipa que participa nas competições regionais;
Não basta ser mal dizente. Exige-se o respeito por todos os que trabalham de uma forma voluntária para o progresso e para o desenvolvimento das zonas rurais que são esquecidas por alguns políticos da nossa terra. É o que temos não podemos pedir mais... Quem não constrói não destrua.
Siga com atenção o que se desenvolve neste centro cívico.
António Ascensão da Trindade

