
A absurda lei da paridade recentemente vetada pelo Presidente da República é uma verdadeira “fantochada” e menospreza todas as mulheres portuguesas.
A paridade ou as quotas não é mais do que “interiorizar que a mulher é uma coitadinha” por favor…
Na política as pessoas devem exercer os cargos políticos com base no mérito, na competência e capacidade e não estar à priori destinados lugares nas listas… independentemente se é jovem, idoso, homem ou mulher.
Cabe aos partidos definir as suas listas e prioridades de acordo com o leque de escolha que possa ter.
Considero que esta lei da paridade é uma discriminação negativa para as mulheres.
Penso que as mulheres são tão capazes inteligentes e estão convictas do que querem e não precisam de uma lei, de uma bengala ou de uma cunha para atingir as suas pretensões políticas.
3 comentários:
Caro António,
as más ideias têm tendência de evoluir para ideias desastrosas!
Imagina que depois das quotas para mulheres, criam as quotas etárias. Por exemplo: 33% de jovens até aos 30 anos, 33% para a geração dos 30 aos 50 e 33% dos 50 anos para cima.
e depois disso criam a quota étnica: 33% para brancos, 33% para imigrantes e 33% para emigrantes!
E depois criam a quota do status social, ou seja, consoante o rendimento médio anual!
Teremos a democracia mais "democrática" do mundo, mas o parlamento mais artificial de que há memória!
um abraço de Lisboa
Sr. António já comprou a Visão desta semana? Arrepios? Deixe-se disso... leia só a única referência ao concelho de Santana e depois faça aqui o contraditório... um grande bem haja.
mais artificial que o de agora é impossível. lol
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