O ano 2020 pregou uma partida a humanidade, e trouxe para o centro da agenda a INCERTEZA. Não apenas a incerteza da evolução, do progresso, mas sim a incerteza da própria vida.
Um ano que trouxe uma pandemia, que meteu as pessoas dentro de casa, com medo e ceifou vidas sem igual. Fragilizou a vida e colocou em suspense os sonhos, com gritantes consequências ao nível da economia e do trabalho.
Hoje não temos certezas de nada, e as pessoas em si estão inseguras e incertas, e essa condição resulta, a olhos vistos, em insegurança e violência atroz. Foi o que aconteceu ontem no Funchal, num tiroteio que tira a vida a uma pessoa em segundos.
Tantos outros casos haveriam para elucidar o clima em que vivemos, da relatividade, da insegurança e da frustração das pessoas, que precisam de um tratamento e de acompanhamento e que urge uma abordagem de saúde pública, também nesta área, sob pena que a sociedade se degrade ainda mais - insegurança, sem-abrigo e desumanidade.
Urge mais polícia na rua.
É necessária uma estratégia para a desumanidade dos sem-abrigo, que são cada vez mais e por toda a parte
Os circuitos das drogas devem ser minuciosamente estudados e desmantelados.
A apreensão armas ilegais deve ser um desígnio da segurança regional.
Devem ser tomadas todas as medidas de segurança para uma cidade turística e com qualidade de vida para aqueles que a habitam.
Vezes há em que não é tempo de meias medidas, nem de obstáculos antes de solucões. É hora agir, enquanto é tempo.
